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Narrativa Diária

Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

Narrativa Diária

Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

22
Set17

Viagem por Itália

Não é difícil perceber por que é que a Itália é um dos destinos mais procurados em todo o Mundo e onde há mais turistas. A Itália é um destino que agrada qualquer um. Gastronomia, história, arte, religião, moda e muito mais se misturam nesse país único.

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Florença, capital da Toscana, é uma cidade que encanta à primeira vista. Em Florença respira-se arte em todos os cantos. É o berço de nomes imortais como os Medici, que incentivaram as artes e o desenvolvimento do Renascimento, financiando mestres como Donatello, Leonardo da Vinci e Michelangelo. É a cidade que alberga tesouros de arte de valor incalculáveis que se espalham através de seus incríveis museus como o Museu da Academia, onde se pode ver  David de Michelangelo. As Galerias Uffizi, onde se encontra a Vênus de Botticelli e obras de artistas como Miguel Ângelo, Tiziano, Durer ou Rubens. Na parte externa do edifício estão colocadas 28 estátuas de homens ilustres da Toscana como Giotto, Maquiavel, Leonardo da Vinci e Donatello, entre outros.

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Andar pelas ruas de Roma é percorrer um dos maiores acervos da história da humanidade. Em cada canto, Roma revela sua grandiosidade com um cenário para lá de encantador. O Vaticano, a Capela Sistina, o Patheon o Coliseu e a Fontana di Trevi fazem de Roma um lugar inesquecível, que apetece sempre voltar.

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Veneza, a cidade flutuante, erguida no meio de um lago. Romântica por natureza, a cidade é única, com os seus canais, gôndolas e edifícios renascentistas. É um lugar encantador, onde se pode navegar pelos canais, passear pela cidade, descobrindo pátios e ruelas desconhecidos ou simplesmente descansar e apreciar a paisagem na Praça de São Marcos. Veneza à noite é lindíssima.

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Milão é a cidade mais cosmopolita da Itália. Capital da moda, agitada e elegante, é a casa da Última Ceia, obra de Leonardo da Vinci e do Duomo, catedral gótica que impressiona por sua arquitetura imponente e seus detalhes.

08
Set17

Furacão Irma

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Pelo menos 10 pessoas morreram e dezenas ficaram feridas com a passagem do furacão Irma pelas ilhas mais pequenas das Caraíbas: Guadalupe, Antígua, Barbuda, S. Bartolomeu e S. Martinho. A devastação é tão grande que os governos locais afirmam que há zonas que ficaram inabitáveis e que a reconstrução poderá demorar anos.

 

O Irma é o furacão mais potente e mais destrutivo a atingir a região nas últimas décadas. Mais de 19 mil pessoas foram retiradas das suas casas na República Dominicana devido aos efeitos do furacão de categoria 5, a máxima, que passou pelo norte da costa atlântica do país, e está agora a passar pelas Bahamas e por Cuba e dirige-se para a Flórida, nos EUA.

 

Pesquisas recentes mostram que os furacões ficaram mais fortes nas últimas décadas. O aumento de temperatura nas superfícies da terra e do oceano eleva a energia potencial disponível para os furacões que se formam no Atlântico.

 

E ainda há quem pense que o aquecimento global é só um mito.

06
Set17

«Passos perdido no seu labirinto»

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 «“Não aceitamos o ambiente de intolerância em que só se discute o futuro segundo a perspectiva do pensamento dominante”. Nesta frase, grave e grandiloquente, dita por Pedro Passos Coelho no encerramento da Universidade de Verão do PSD, cabem por inteiro os dramas da sua liderança e os fracassos da sua oposição. O que a marca não é tanto o horror do “ambiente de intolerância”, que existe e a cada passo vai dando um ar de guerra tribal à vida pública. O que a torna importante é o reconhecimento da impotência de Pedro Passos Coelho e do PSD em contrariar a “perspectiva do pensamento dominante”. Fora do poder, o principal partido da oposição admite que o domínio das palavras, das ideias ou dos projectos capazes de suscitar a atenção dos portugueses e de marcar o debate público não lhe pertence. O admirável país novo de António Costa é uma máquina oleada e à prova de bala-as sondagens confirmam-no.

 

Talvez seja o impulso desta impotência que leva alguns responsáveis do PSD a dizer em público o que nenhum militante social-democrata diria em privado há apenas meia dúzia de anos. Não estão apenas em causa as alarvidades de André Ventura em Loures sobre os ciganos ou sobre os imigrantes – que associa o partido ao perigo populista e xenófobo e manda às malvas o pouco que resta da doutrina personalista e humanista do velho PSD. A tolerância de Passos Coelho ao “ambiente de intolerância” em Loures é apenas o sintoma mais grave de um partido que pressente a necessidade de gritar para se fazer ouvir. Vejam-se as declarações de Paulo Rangel sobre uma alegada responsabilidade moral do Governo nas mortes de Pedrógão. Ou o tom rancoroso de Aníbal Cavaco Silva sobre os “pios” da esquerda na mesma universidade de Verão.

 

O PSD não domina o pensamento porque se afundou no ressentimento. Vários colunistas o disseram nos últimos dias e é a consequência dessa forma de vida que vale a pena reflectir. Porque o PSD, um partido crucial, deixou de ser uma mola influente na política. Tornou-se o bombo da festa. Este fim-de-semana, Pedro Nuno Santos lamentava ao Sol que, “ao fim destes dois anos”, o PSD “não tenha percebido nada do que está a acontecer em Portugal e continue a cometer erros”. No meio do cinismo, o novo guru da esquerda do PS tem razão. O PSD não deu conta que a aliança sagrada das esquerdas mudou radicalmente o quadro da política. Não percebeu que o “discurso dominante”, feito de facilidades e de paternalismo pagos pelos impostos, é música celestial para os portugueses. Não percebeu que o eleitorado tem a memória curta e detesta rebobinar os tempos da crise. Não percebeu que os portugueses precisavam de distensão. Que o diabo não virá enquanto a Europa crescer, o Banco Central Europeu ajudar e houver folga para redistribuir as verbas libertadas pela excepcional conjuntura da economia.

 

Neste desnorte, as ciladas que António Costa a cada passo organiza são sempre um sucesso. Quando o PSD é desafiado a fazer parte de consensos em matérias como os investimentos públicos ou os fundos comunitários, bem sabemos que em causa está uma provocação. Mas, nestes apelos cínicos à responsabilidade, o PSD não se pode remeter à condição birrenta dos partidos de protesto. Tem de ir a jogo, como aliás aqui explicou João Miguel Tavares. Tem de mostrar as suas ideias e as suas prioridades. Exigindo que os consensos sobre o betão se alarguem à Saúde, à Segurança Social ou à Justiça que, como Passos Coelho disse e bem, são reformas muito mais importantes para o futuro do que a discussão sobre mais estradas ou rotundas. Ao optar pela intransigência, Passos Coelho pode convencer os militantes mais radicais, sempre dispostos a ver a política como um braço-de-ferro para homens de fala grossa e barba rija. Mas dificilmente chegará ao eleitorado flutuante que, apreciando firmeza e ideias claras, exige principalmente que os partidos se empenhem na resolução dos problemas do país.

 

Passos Coelho, porém, não entende que a crítica sistemática e negativa é cimento para a consolidação do “pensamento dominante”. Ao barricar-se no contra e no queixume deixa-se ficar refém do lado menos útil da sua biografia política. Cola-se ao passado e desiste do futuro. O primeiro-ministro que governou na pior conjuntura económica em muitas décadas, que geriu o ajustamento inevitável, que, melhor ou pior, manteve um rumo que acabou na saída da troika em 2014 torna-se assim presa fácil dos clichés que a esquerda lhe vai colando. Passos é um dos mais preciosos activos do PS, do Bloco e do PCP porque se tornou um alvo parado num tempo que já acabou. É fácil o “pensamento dominante” colá-lo a um putativo excesso de austeridade aplicado por ideologia ou capricho. É fácil situá-lo como autor de uma governação que, por oposição à actual, fez questão de espremer os portugueses voluntária e gratuitamente.

 

Com o Bloco e o PCP a encherem com mestria o campo do poder e da oposição, o PSD devia olhar para o lado e ver como Assunção Cristas consegue temperar melhor a faceta contestatária com a faceta construtiva – ainda esta semana lá veio uma proposta para baixar o IRC. A melhor maneira de mostrar a suposta incongruência da “geringonça” seria provar que em questões essenciais como a da iniciativa privada, a do peso do Estado, a da responsabilidade fiscal ou das relações com a Europa, o PSD tem muito mais a dialogar com o PS do que o Bloco ou o PCP. E isso só se conseguiria se a direita liderada pelo PSD se assumisse “como motor reformista do país”, afirmando-se como uma alternativa “na apresentação de ideias inovadoras por sector, com bons think tanks ou até um governo sombra”, como escreveu por estes dias Alexandre Homem Cristo no Observador.

 

Ficando preso ao ressentimento, Pedro Passos Coelho afunda-se. Cada vez mais sozinho no PSD, a braços com escolhas duvidosas para as autárquicas, preso à imagem do neoliberal punitivo que queria erguer um Portugal novo a golpes de austeridade, carregando às costas menos-valias de um certo passado recente (com Cavaco Silva à cabeça), incapaz de articular um projecto coerente para o futuro, Passos parece perdido, abandonado e cansado. Um dia, quando a História se sobrepuser ao jornalismo, quando a propaganda sobre o passado recente se despir da emoção, talvez seja visto como o homem que salvou o país de um tormento como o da Grécia. Mas a política não se faz de profecias. Hoje, que é o que conta, Pedro Passos Coelho é um líder perdido no seu labirinto. No próximo congresso do PSD não deixará de haver quem lhe queira apontar a saída.».

 

Manuel Carvalho - Público

01
Set17

Cavaco Silva na Universidade de Verão do PSD

 

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O ex-presidente da República Cavaco Silva veio de Albufeira e interveio na Universidade de Verão do PSD que marcou a rentrée política do partido e que arrancou esta semana em Castelo de Vide.

 

Perante uma plateia de jovens do PSD, Cavaco lançou críticas veladas a Marcelo e ao Governo, arrasando a «verborreia frenética dos políticos» e aqueles que «piam» por jogada partidária. E afirmando que também há fake news em Portugal, não apenas «na América do senhor Trump».

 

Cavaco falou com a maior desfaçatez como se ele próprio não tivesse tido uma carreira política, como se ele não tivesse sido tudo o que um político  pode ser de mais relevante – ministro, primeiro-ministro e presidente da República.

 

Falou ainda como ele próprio não tivesse alimentado notícias falsas durante décadas, em todas as funções de governante que teve. Vê-lo a mencionar este assunto é, no mínimo, hilariante.

 

Quem não se lembra da famosa intentona de Belém? Em que um ex-assessor de Cavaco, Fernando Lima, acusou José Sócrates de vigiar Belém, vindo depois a provar-se que as suspeitas não tinham fundamento, ou a ocasião em que Cavaco assegurava ao país de que o BES estava sólido, persuadindo os cidadãos portugueses a participarem na operação de aumento de capital que, posteriormente, se revelou uma gigantesca fraude. Estas palavras de Cavaco aconteceram meras semanas antes de o BES ter falido.

 

Por tudo isto Cavaco na Universidade de Verão do PSD foi igual a ele próprio, como de resto a imprensa conservadora fez notar de forma cautelosa.

 

Cavaco apenas quis ajustar contas com o passado e foi essa mensagem negativa de revanchismo que passou a dezenas de jovens que ambicionam entrar na politica e que deveriam ter recebido uma mensagem de esperança no futuro

 

Devia ter ficado sossegado em Albufeira.

31
Ago17

Foi há 20 anos

 

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Há vinte anos o mundo despertava, em choque, com a  trágica notícia da morte da Diana de Gales.

 

Lady Di, como era conhecida, de 36 anos, perdeu a vida a 31 de agosto de 1997 num acidente de automóvel onde seguia juntamente com o namorado, Dodi al-Fayed, quando a limusine que os transportava colidiu num túnel de Paris, quando tentava escapar dos fotógrafos que os perseguiam de moto. 20 anos após o acidente continuam a surgir teorias especulativas sobre da sua morte. Acidente ou atentado?

 

Morria aquela que carinhosamente foi conhecida como Princesa do Povo e que durante anos alimentou capas de revistas, jornais, livros e programas de todo o tipo. Foi seguramente a figura do século XX com maior destaque nas chamadas revistas cor de rosa.

 

A vida de Lady Di foi um conto de fadas que culminou numa enorme tragédia. Ícone de moda e dotada de uma beleza e de um charme muito peculiares, Diana cativou o mundo pelo seu envolvimento em ações de caridade, de solidariedade e causas humanitárias, em especial pelo grande envolvimento que demonstrou no combate ao HIV/SIDA e na Campanha Internacional pela Proibição de Minas Terrestres.

 

A imagem da então mulher mais famosa do mundo caminhando por um campo de minas terrestres em Angola diante de uma centena de jornalistas ficará para sempre gravado na nossa memória.

 

A atitude da princesa de Gales mudaria para sempre a maneira como o mundo lidava com esta questão, chamando a atenção para a gravidade do problema e conseguindo o comprometimento de mais de 160 governos para a retirada das minas terrestres dos antigos campos de guerra.

31
Ago17

O grau zero do jornalismo

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Nos últimos dias fomos confrontados com a notícia do desaparecimento fotojornalista, Pedro Palma e com o desfecho fatídico que já se previa, tendo o corpo sido encontrado na bagageira do seu automóvel, em Sintra.

 

Pois bem, o Correio da Manhã, o diário com maior tiragem em Portugal, para além de noticiar todos estes factos, entendeu, vá-se lá saber porque, fazer alguma publicidade ao modelo do carro e ao seu suplemento sobre automóveis, Aquela Máquina.

 

Sim, na mesma notícia onde se fala da morte do fotojornalista e das reações da família, especificam-se detalhes do modelo da viatura.

 

Nunca tinha visto nada assim. Chegamos, definitivamente, ao grau zero do jornalismo. É surreal!

29
Ago17

Greve na Autoeuropa

 

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Os trabalhadores da Autoeuropa vão estar 24 horas em greve, tendo a paralisação início, hoje, às 23h30.

 

Se a adesão à greve dos trabalhadores da Autoeuropa for considerável a fábrica da Volkswagen poderá ter um prejuízo de cinco milhões de euros na produção, a média de faturação diária em 2015, segundo avança o Diário de Notícias.

 

Na base desta divergência entre administração e trabalhadores está a recusa do trabalho obrigatório aos sábados, durante dois anos, que a administração diz serem necessários para produzir o novo SUV da fábrica de Palmela.

 

A Autoeuropa quer que a fábrica passe a laborar em 18 turnos, seis dias por semana, a partir de fevereiro e que os trabalhadores passem a trabalhar entre segunda-feira e sábado, com uma folga fixa ao domingo e uma folga rotativa a meio da semana. Os sindicatos afirmam  que este novo modelo de trabalho é prejudicial para a saúde.

 

Em troca, a administração elaborou um pré-acordo que previa um aumento mínimo do salário de 16%, um bónus de 175 euros, a redução do horário de trabalho para 38,2 horas e a atribuição de mais um dia de férias. Cerca de 74,8% dos trabalhadores recusaram a proposta.

 

Os trabalhadores da Autoeuropa estão claramente a ser manipulados pelo sindicado afeto à CGTP que, supostamente, deveria defender os interesses dos seus trabalhadores, mas que está mais preocupado em fazer demonstrações de força para garantir ou conquistar espaço numa empresa onde tinha pouca influência.

 

Se não conseguir convencer os trabalhadores a cumprir o novo horário e não se chegar a acordo, a empresa já admitiu, publicamente, deslocalizar parte da produção para outras fábricas do grupo na Alemanha.

 

Não é a primeira vez que numa situação de confronto há a deslocalização da produção para outra fábrica. Já aconteceu em Espanha. Pode acontecer em Palmela. Ora, se tal ocorrer, além das implicações para os cofres do Estado, que deixarão de encaixar as receitas significativas dali provenientes, os trabalhadores também serão afetados e grande parte dos colaboradores agora contratados deverá ser dispensada, um cenário bem pior do que trabalhar ao sábado e ter uma folga rotativa durante a semana, parece-me a mim.

28
Ago17

P'ro menino e p'ra menina!

 

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Há uma polémica instalada com os livros da Porto Editora, que colocou à venda dois livros de atividades para rapazes e raparigas, dos 4 aos 6 anos, com exercícios e motivos diferentes. Há um livro para os meninos e outro para as meninas, um azul e o outro cor-de-rosa, para que não exista qualquer confusão de género!

 

Segundo li nas redes sociais, as tarefas das meninas envolvem princesas à procura de coroas em labirintos básicos... já as dos meninos remetem para marinheiros à procura de barcos em labirintos mais complexos.

 

O caso foi denunciado nas redes sociais por encarregados de educação, chocados com a discriminação feita pela Editora.

 

O humorista, Ricardo Araújo Pereira, no Governo Sombra, criticou a polémica, dizendo que o tipo de exercícios é semelhante. Ora, se os livros são em tudo idêntico porque fazer dois livros em vez de um? O grande equívoco começa aqui. Não existe, ou não devia existir, atividades exclusivamente para meninos ou para meninas. Há atividades para crianças.Por isso não faz sentido haver dois livros distintos.

24
Ago17

Estamos na Liga dos Campeões!!

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É verdade. Estamos na Liga dos milhões, após uma vitória categórica na Roménia, contra o Steaua de Bucareste, que não deixou dúvidas que o Sporting foi a melhor equipa na eliminatória.

 

Nota-se que a equipa está em crescendo. Gostei de várias exibições individuais, sobretudo Adrien, Gelson, Fábio Coentrão, Doumbia, Battaglia e Bas Dost, mas principalmente de Bruno Fernandes, para mim o melhor em campo. Com passes longos, fez assistências para o segundo e o terceiro golo. Teve ainda intervenção no início da excelente jogada coletiva que resultou no quinto golo, mas não gostei de alguma tremedeira da defesa, principalmente de Coates que mostrou alguma desconcentração no jogo, pouco habitual nele.

 

O primeiro objetivo da época foi atingido. Vamos agora aguardar serenamente pelo sorteio de hoje para ficarmos a conhecer os adversários que nos vão calhar em sorte, sabendo de antemão que a Liga dos Campeões é uma competição difícil, cuja vitória só está ao alcance de um grupo muito restrito de equipas. Por isso há que pensar jogo a jogo para conseguir chegar o mais longe possível.

23
Ago17

Não havia necessidade

 

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Graça Fonseca, secretária de Estado da Modernização Administrativa, em entrevista ao DN, entendeu revelar a sua orientação sexual explicando tratar-se de uma «afirmação completamente política».

 

Para a governante, responsável pelo Simplex e pelo Orçamento Participativo, é importante as pessoas afirmarem publicamente que são homossexuais para que a sociedade as comece a olhar de outra forma.

 

A entrevista da responsável política tem sido amplamente comentada nas redes sociais, com a maioria dos utilizadores a concordarem com Graça Fonseca e a lembrar que, apesar de estarmos no século XXI, a entrevista faz todo o sentido.

 

Lamento discordar, mas acho inusitada a revelação da sua homossexualidade. Para os cidadãos pouco importa se os seus governantes são homossexuais, vegetarianos ou intolerantes ao glúten, interessa-lhes, isso sim, que cumpram as funções para as quais foram eleitos com a máxima competência e  dignidade profissional e política. Quanto ao resto é acessório e despiciendo.