Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Narrativa Diária

Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

Narrativa Diária

Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

29
Abr13

Ainda Sobre o Consenso

 

  (imagem retirada da NET)

 Parece que, de repente, tudo começou a falar em “consenso”, ou sobre a falta dele (dissenso). A palavra entrou no léxico político e domina todo o discurso no espaço público. Senão vejamos: o ministro-adjunto, Poiares Maduro, falou doze vezes em “consenso” numa conferência de imprensa. Passos Coelho enviou uma carta a António José Seguro propondo-lhe “consenso” sobre matérias económicas. O Presidente da República no seu discurso de comemoração do 25 de Abril refere que «no plano político, é imperioso manter a capacidade de firmar consensos». O ministro das Finança sublinhou hoje que «é necessário consenso político esclarecido e generalizado». O governo procura chegar a um “consenso” com Vítor Gaspar com objetivo de cortar na despesa estrutural. A oposição relembra o consenso que foi construído sobre o Estado Social com o 25 de Abril e que este Governo quer agora destruir.

De acordo com o dicionário da língua portuguesa, consenso, do latim consensu, significa «assentimento geral; consentimento; anuência; concordância ou uniformidade de opiniões». Segundo o entendimento comum, o consenso é algo que se estabelece quando várias partes chegam a um acordo após uma negociação. Ou seja, pode significar a estrutura de valores que nos permite viver em sociedade, ou pode significar algo diferente, caso não saibamos as opiniões ou pensamentos sobre quem se pretende estabelecer esses valores. Atrever-me-ia mesmo a dizer que será cada vez mais difícil encontrar opiniões ou pensamentos consensuais, na justa medida em que a realidade social vai mudando a uma velocidade vertiginosa. Assim, o que hoje se afigura como uma verdade insofismável, amanhã poderá ser encarado noutra perspetiva. Se houvesse mais con(senso) por parte daqueles que o reclamam, talvez fosse menos difícil trilhar o caminho que temos pela frente.

28
Abr13

Bruschetta de Tomate e Queijo

(imagem retirada da NET)
 

Ingredientes:

Fatias de pão de mistura ou de pão alentejano

Queijo mozarela ou queijo fresco

tomate

manjericão

vinagre balsâmico

sal

orégãos

1 dente de alho

Azeite

 

Preparação:

Corte o pão em fatias muito grossas, pincele com azeite leve ao forno durante alguns minutos ate ficar tostado. Ainda quente, esfregue cada fatia com um dente de alho. Entretanto corte o tomate em rodelas e tempere com sal, orégãos e vinagre balsâmico. Corte o queijo em fatias. Coloque em cima do pão, o queijo e intercale com o tomate e por cima disponha as folhas de manjericão. Rega-se com um fio de azeite e está pronto a ser degustado.

 
27
Abr13

O poder de Paulo Portas

Na reunião do Conselho de Ministros de 6ª feira, o “Ministro da Troika” propôs a possibilidade de existir mais cortes nos salários e nas pensões, além da diminuição de funcionários públicos. Todavia, as propostas de Gaspar não foram bem acolhidas por alguns ministros do PSD, nem por Paulo Portas, que ancorado na ala social-democrata do governo, ameaçou romper com a coligação caso Gaspar não recuasse. A impossibilidade de existir um consenso no seio da coligação fez com que o governo adiasse a apresentação do Documento de Estratégia Orçamental para a próxima terça-feira. O pagamento da 8ª tranche por parte da Troika está dependente da apresentação de medidas tendentes a reduzir 4 mil milhões de euros na despesa do Estado, e os cortes necessários para compensar o buraco financeiro decorrente do chumbo do Tribunal Constitucional. Citando Edite Estrela, Paulo Portas é neste momento um político com um enorme poder. Dele depende a continuidade desta maioria governamental, bem como a possibilidade do Presidente da Republica marcar novas eleições.

26
Abr13

Já não existem congressos como antigamente!

Que saudades dos congressos partidários que geravam grandes expetativas. Em que se ficava acordado noite dentro, porque tudo podia mudar de um momento para o outro, bastava para tanto um discurso mais acalorado. Havia ainda a hipótese de surgir um candidato surpresa à última hora ou então a possibilidade de uma agregação de fações. Outros tempos! Agora, confesso que não entendo a marcação deste "conclave" do PS. Arrastar para Santa Maria umas centenas de militantes quando o líder socialista já está eleito com 95% dos votos!? Enfim...

26
Abr13

Sugestão para o Almoço

Tranches de salmão com laranja
 

Ingredientes (4 doses)
4 tranches de salmão (120 g cada)
3 laranjas
2 cebolas
1 cenoura
1 alho francês
1 colher (café) sal
Pimenta e noz moscada q. b.

Preparação
Lave as laranjas e seque-as. Aproveite a casca de uma laranja e corte a em juliana fina, Esprema o sumo das três laranjas. Corte as cebolas e o alho francês em pequenos pedaços e rale a cenoura. Faça uma marinada com a cebola, o alho francês, a cenoura, a casca e o sumo das laranjas e tempere com sal e pimenta. Seque o salmão com papel de cozinha e coloque-o na marinada, reservando-o no frigorífico durante cerca de 2 horas. Disponha as tranches de salmão num prato de forno, tempere com pimenta e noz moscada e regue-o com a marinada. Leve ao forno aquecido a 180º C, cerca de 25 minutos. Sirva as tranches de salmão acompanhadas por legumes cozidos a vapor ou com uma salada verde, se preferir.

Bom apetite!
Calorias
411 kcal por dose

(mais uma excelente sugestão das “Dicas da Madalena”)

Pág. 1/6