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Narrativa Diária

Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

Narrativa Diária

Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

25.04.16

25 de Abril, Sempre!

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Passaram 42 anos sobre o  25 de Abril de 1974,  uma das datas mais marcantes da História recente do nosso País. Para além de todas as movimentações militares que marcaram este dia e das modificações políticas, económicas e sociais que se seguiram, o 25 de Abril de 1974 também teve um grande impacto nas alterações culturais do nosso país nos últimos 40 anos.

Mas as promessas de Abril não se cumpriram todas, dizem alguns. Mas quais promessas? Abril não prometeu nada, cada um de nós é que sonhou com um país diferente, após a revolução e criou expectativas. No entanto, e ao contrário do que diz, a revolução de Abril melhorou e muito a situação do país, em todas as áreas. Não estamos como gostaríamos, pois, mas estamos muito melhor do que estávamos, isso é inegável! 

Senão vejamos:liberdade de expressão e de pensamento sob qualquer forma; liberdade de manifestação; liberdade de reunião e de associação; liberdade de organização politica; liberdade sindical; salário mínimo nacional; subsídio de férias e de Natal; fim da guerra colonial e reconhecimento do direito à independência dos povos colonizados; igualdade de direitos; eleições livres e direito de voto aos maiores de 18 anos; direito à justiça; independência e dignificação do poder judicial; direito à educação; direito à cultura; direito à habitação; direito ao trabalho; direito à reforma; direito à saúde; direito à greve; poder local democrático; politica social essencialmente na defesa dos interesses da classe trabalhadora e aumento da qualidade da vida de todos os portugueses, entre outras conquistas.

Cabe também a cada um de nós fazer a nossa parte e contribuir para um país melhor. Como disse um dia JFK: «Não perguntes o que o país pode fazer por ti, pergunta antes o que podes tu fazer pelo teu país».