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Narrativa Diária

Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

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Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

08
Dez15

Foi há 35 anos!

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08 de dezembro de 1980, uma data que muitos gostariam de apagar das suas memórias. Há exatamente 35 anos, o mundo foi abalado pela notícia da morte de John Lennon, uma das figuras mais marcantes da música internacional.

A morte de Lennon não foi natural, como a de George Harrison, anos mais tarde, vencido pela doença. Lennon foi assassinado, à porta de casa, por um fã psicopata. Como fazia todas as noites, John Lennon regressava ao seu apartamento, no edifício Dakota, em Nova Iorque. Nesse dia, o cantor foi abordado por um jovem, Mark David Chapman que insistentemente lhe pediu um autógrafo no LP «Double Fantasy». Após satisfazer o pedido do fã, Lennon foi brutalmente assassinado, com quatro tiros de uma pistola de calibre 38.

Este foi porventura um dos episódios mais trágicos no mundo do espetáculo, motivado por um admirador fanático que não conseguiu conviver com a paixão exacerbada que nutria pelo seu ídolo, pondo fim, prematuramente, à carreira de um dos maiores talentos musicais de todos os tempos.

Após o anúncio da morte de John Lennon, uma legião de fãs reuniu-se em frente ao prédio onde morava o cantor e decidiu como forma de tributo ao ex-Beatle, criar, a poucos metros de sua casa, um memorial chamado  «Strawberry Fields Forever», no Central Park em Nova Iorque que continua a ser dos mais visitados.

De resto, a vida e obra do malogrado músico falecido aos 40 anos continuam a ser relembradas um pouco por todo o mundo.