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Narrativa Diária

Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

Narrativa Diária

Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

12
Dez16

Benfica 2 - 1 Sporting

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Gostei:

 

  • Do jogo em si. Foi um jogo intenso, bem disputado, por duas boas excelentes equipas;
  • De Gelson, Adrien, Rui Patrício, Campell e de Rui Patrício;
  • Do guarda-redes do Benfica e da exibição de Rafa;
  • Da atitude dos jogadores do Sporting.

 

 

Não gostei:

 

  • Da falta de eficácia do Sporting - O Sporting teve quatro lances claríssimos de golo, marcou um. O Benfica teve três marcou dois. Foi a grande diferença;
  • Do 1º golo do Benfica. Este tento foi muito contestado pelo clube de Alvalade. Antes de Salvio bater Rui Patrício, os ‘leões’ ficaram a pedir grande penalidade por uma alegada mão na bola de um jogador do Benfica. Jorge Sousa não ligou aos protestos e mandou seguir a jogada que culminou com o golo dos encarnados;
  • Dos laterais do Sporting. Marvin Zeeglar, com culpas no lance do primeiro golo do SLB. João Pereira, no segundo golo, desorienta-se na marcação e deixa-se antecipar por Raul Jiménez. É cada vez mais evidente que o SCP precisa urgentemente de comprar dois bons laterais;
  • De Bryan Ruiz. O costa-riquenho foi chamado à titularidade, mas não conseguiu mostrar o que nos tem habituado, talvez por cansaço;
  • Da falta de fair-play dos adeptos do Benfica- quando arremessaram cartolinas para o campo;
  • Da arbitragem de Jorge Sousa  e dos dois penáltis por assinalar - O primeiro, por Pizzi - a receção feita com o braço dentro da grande área e o segundo por Nelson Semedo em que o lateral aborda mal o lance, inclinando-se para tentar cortar a bola, mas intercetando-a com o braço aberto. Dois erros de Jorge Sousa com influência no resultado;
  • Das substituições de Jorge Jesus – Jorge Jesus tirou Bruno César ao intervalo, mantendo em campo o  Bryan Ruiz que pouco acrescentou. Depois trocou o costarriquenho pelo Alan Ruiz, quando devia ter entrado André Felipe. Finalmente, quando mandou enfim entrar o brasileiro, trocou-o por Bas Dost, enfraquecendo a frente de ataque quando precisávamos urgentemente de marcar mais um golo. Enfim, não se entende estas opções do treinador sportinguista.