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Narrativa Diária

Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

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Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

21
Set16

Chapeau!

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Muitas vezes, aqui, critiquei Marcelo Rebelo de Sousa, mas hoje gostaria de lhe deixar um elogio pela forma como tem manifestado apoio à candidatura de António Guterres para o cargo de secretário-geral da ONU (Organização das Nações Unidas).

 

Marcelo Rebelo de Sousa, desde a primeira hora, tem apoiado o seu amigo e ex-primeiro-ministro socialista, que considera o «mais completo e preparado» para o cargo da ONU. Ainda ontem, discursou na Assembleia-geral das Nações Unidas. Entre paz e refugiados, o Presidente da República aproveitou o discurso para dar um novo impulso à candidatura de António Guterres a secretário-geral da ONU. Marcelo defendeu que o novo secretário-geral deve ser «um congregador de espíritos e de vontades», na linha de Gandhi e Mandela.

 

Marcelo abordou este tema no final da sua intervenção na 71.ª sessão da Assembleia Geral da ONU, sem nunca referir o nome do candidato apoiado oficialmente por Portugal.

 

Aliás, as qualidades de Guterres têm sido justamente enaltecidas no país e no estrangeiro, depois do antigo primeiro-ministro português ter desempenhado um papel relevante como Alto comissário das Nações Unidas para os Refugiados. Ninguém terá dúvidas que certamente daria um excelente secretário-geral da ONU.