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Narrativa Diária

Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

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Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

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Jan16

David Bowie (1947-2016)

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O artista britânico, conhecido pelo seu lado excêntrico e a sua capacidade camaleónica, morreu ontem aos 69 anos, vítima de cancro. Há dois dias havia lançado um novo álbum de originais Blackstar, coincidindo com a data do seu 69.º aniversário, em que surge como um rocker, surpreendendo uma vez mais ao adotar um registo no âmbito do jazz.

David Bowie tornou-se num dos músicos mais influentes de sempre. Nascido David Robert Jones, a 8 de Janeiro de 1947, construiu uma das carreiras mais apreciadas da indústria do espetáculo. Embora desde cedo tenha realizado o álbum e diversas canções, Bowie só chamou verdadeiramente a atenção do público em 1969, com a canção Space Oddity. A partir daí muitos êxitos se seguiram como, Life on Mars; China Girls; Heroes; Let´s Dance; Ashes to Ashes, The Man Who Sold The World (daria azo a uma fantástica versão dos Nirvana) ou Under Pressure (com Fredy Mercury).

É conhecido também a sua participação no mundo da 7ª arte, em filmes como The man who fell to earth ( 1975), The Hunger (1983), Merry Christmas Mr. Lawrence (1983) e Labyrinth ( 1986); A última tentação de Cristo (1988) e Twin Peaks - Os Últimos Dias de Laura Palmer (1992).

Embora não fosse propriamente sua fã, reconhecia-lhe o seu estilo único, a sua capacidade em trabalhar a imagem, de se reinventar e de se ter afirmado como uma das figuras com maior êxito e influência da música pop mundial.

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