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Narrativa Diária

Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

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Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

23.01.16

Domingo, tudo às urnas!

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Desde de que completei 18 anos, nunca deixei de votar. Sempre encarei o voto como um direito e um dever do qual quero usufruir, mesmo quando dou por mim a questionar se o meu voto muda alguma coisa.Conquistámos um direito tão importante, que é lamentável se não lhe dermos uso ou senão reconheçamos o seu poder.  Posso até votar em branco, como já aconteceu, mas não deixo de votar.

O nosso envolvimento nas questões políticas é crucial para o crescimento do nosso país. Não podemos querer um país melhor e depois cair na apatia da não participação política e cívica, limitando-nos a posteriori a criticar quem nos calhou em sorte.

É através das eleições que somos chamados a decidir o nosso futuro e por isso votar torna-se bem mais que um direito: votar é mesmo um dever de cidadania.

Hoje em dia gozamos de uma liberdade plena e fazemos questão de escolher quase tudo no nosso dia-a-dia e de decidir sobre praticamente todas as questões que se nos apresentam. Vamos deixar que decidam por nós o futuro Presidente da República? Não faz sentido!

Por isso, o meu apelo é muito simples. Portugal precisa de todos nós, no dia 24 de janeiro, informe-se e intervenha na escolha do próximo Presidente. Não conhece os candidatos? Fácil! Procure as propostas dos 10 candidatos presidenciais. Ah, e tal, mas eu nem sei onde é que se vota, informe-se aqui, mas por favor não deixe de votar! Não deixe que outros decidam o futuro por si. Seja um cidadão responsável. Vote!

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