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Narrativa Diária

Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

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Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

20
Mai16

Eu fui...

ng6822454.jpgO Rock in Rio Lisboa começou ontem. O cartaz de ontem prometia um grande espetáculo com Bruce Springsteen como cabeça-de-cartaz e o Parque da Bela Vista encheu-se de fãs que não quiseram perder este magnífico espetáculo.

Antes do Boss, atuaram os Xutos & Pontapés, com uma boa atuação em que revisitaram alguns dos clássicos a mostrar que estão ainda em boa forma.

Springsteen, o nome sonante desta edição, chegou às 23h45 e conquistou de imediato as cerca de 67 mil pessoas que se deslocaram ao parque da Bela Vista e que o acompanharam em quase três horas de concerto.

Aos 66 anos, o artista mostrou que está melhor que nunca e energia não lhe falta. De guitarra ao ombro, cantou, dançou, saltou e desceu várias vezes até meio da plateia para e cantar com os fãs.

Os milhares de fãs que se deslocaram ao festival não saíram desiludidos. Os maiores êxitos ficaram reservados para o final. O ritmo aumentou quando soaram os primeiros acordes de Born in the USA e, a partir desse momento não baixou mais. Seguiu-se Born to Run e Glory Days, antes de partirem para uma atuação em perfeita harmonia com o público com Twist & Shout e This hard land, que fechou o concerto. A faltar ficou apenas a icónica Streets of Filadelfia. De resto, Bruce Springsteen cantou todas as músicas mais conhecidas e foi fantástico, tendo proporcionado um concerto memorável.

Apesar do espetáculo acabar já depois da 2h30 e hoje ser dia de trabalho, valeu bem o esforço.