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Narrativa Diária

Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

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Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

11.11.16

Leonard Cohen (1934 - 2016)

 

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O mundo ficou mais pobre com o desaparecimento de Leonard Cohen. O cantor e compositor canadiano morreu ontem. Tinha 82 anos. Nasceu em Montreal, mas vivia em Los Angeles, nos Estados Unidos da América. Lançou o último álbum no mês passado, You Want It Darker, em que refletia sobre a sua própria morte.

 

Deixa um legado artístico invejável de mais de seis décadas e uma voz inconfundível. Com uma vasta carreira artística, Leonard Cohen despertou para a fama como escritor em 1961. Dois anos depois, estreou-se no romance, e em 1966 faz a segunda investida na prosa, com um novo livro de poemas de permeio. A obra como escritor garantiu-lhe, em 2011, um dos mais importantes prémios de Espanha, o «Príncipe das Astúrias».

 

Foi depois do segundo romance que Cohen decidiu enveredar pela música, arte em que se tornou num ícone. Após alguns anos a viver na Grécia, voltou para os Estados Unidos e deu início a uma carreira musical.

 

Em 1967 lançou o seu primeiro álbum Songs of Leonard Cohen. Deixa-nos êxitos como Hallelujah, Suzanne, So Long Marianne ou Dance Me To The End of Love que perduram como património mundial.