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Narrativa Diária

Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

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Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

04
Nov15

Nova Feira Popular

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A Feira Popular vai voltar e vai ficar localizada em Carnide, num parque urbano de 20 hectares, diferente da anterior em Entrecampos.

O regresso da Feira Popular é um desejo de muitos lisboetas, designadamente para os saudosistas das sardinhas assadas e das febras, das farturas e do algodão doce, dos carrinhos de choque e da montanha russa, do comboio-fantasma e do poço da morte.

Recorde-se que em 2003, era Santana Lopes presidente do município lisboeta que o espaço central de diversão ao ar livre da capital fechou portas com a justificação de que estava degradado e ultrapassado, mas com a promessa de que seria rapidamente substituído por outro de maior valia, o que nunca chegou a acontecer.

Os interesses imobiliários sobrepuseram-se a todos os outros e o problema arrastou-se, durante 12 anos, sem solução à vista. António Costa enquanto Presidente da Câmara de Lisboa conseguiu um acordo com a Bragaparques no início de 2014 que conferiu à autarquia o controlo dos terrenos de Entrecampos.

O atual presidente da CML, Fernando Medina, retomou dossiê e ontem anunciou que a nova Feira Popular vai estar sedeada junto à estação de metro da Pontinha, com acessos à Segunda Circular, à CRIL e ao IC19. Não se querendo comprometer com prazos, anunciou contudo que o objetivo é que a abertura possa surgir o mais cedo possível.