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Narrativa Diária

Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

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Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

17
Jan15

O governo recuou nos despedimentos na TAP

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Um dia após as primeiras afirmações de responsáveis da Economia, o primeiro-ministro, no Parlamento, contradisse o ministro Pires de Lima e o secretário de Estado dos Transportes, relativamente aos eventuais despedimentos na TAP, previstos no caderno de encargos do processo de privatização, esclarecendo que a proteção contra o despedimento coletivo durante dois anos e meio se aplica a todos os trabalhadores, porque é isso justamente que impõe a Lei Geral do Trabalho. 

O ministério da economia previu uma discriminação entre os trabalhadores da TAP representados pelos diferentes sindicatos que assinaram o acordo com o Governo e os que ficaram de fora - e essa foi a ideia transmitida pelo secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro aquando da comunicação que se seguiu ao Conselho de Ministros de quinta-feira.

Contudo, depois das críticas lançadas, inclusive de quadrantes do PSD e CDS, houve um recuo, nada aliás que não estejamos habituados a assistir com este governo, e Passos Coelho deu o dito por não dito e esclareceu que estar garantido o emprego a todos os trabalhadores da TAP, independentemente do sindicato em que estejam filiados, durante 30 meses, ou seja, enquanto o Estado mantiver a posição de acionista na empresa.