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Narrativa Diária

Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

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Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

15.05.16

Para o ano há mais!

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E pronto o campeonato está decidido e só temos de nos penitenciar por isso (o Sporting perdeu demasiados pontos, sobretudo em casa, contra equipas teoricamente mais fracas). Os jogos com o Boavista, Tondela e Rio Ave e Guimarães foram prova disso.

Aponto algumas razões: William Carvalho não estava ao nível do que nos habituou noutras épocas; a defesa estava pouco segura, com exibições intermitentes e havia jogadores lesionados; Montero foi vendido ao desbarato e Téo chegou tarde e muito abaixo que havia rendido no início do campeonato.

A equipa melhorou bastante com as contratações do mercado de inverno, Coates e Rubem Semedo vieram dar outra consistência à defesa, Schelotto, Marvin e Bruno César deram outra dinâmica à equipa e William e Téo Gutierrez foram subindo de rendimento.

No cômputo geral o SCP fez um enorme campeonato: merecia ter ganho o título; não ganhou, ficando num brilhante segundo lugar com 86 pontos. É verdade que acabamos esta época por apenas ganhar a Supertaça (embora seja importante não esquecer que fomos afastados indecentemente quer da Liga dos Campeões como da taça de Portugal...) mas no campeonato, além de garantirmos o 2º lugar e o consequente apuramento direto para a Liga dos Campeões, batemos o recorde do maior número de vitórias da história do Sporting e isso não é de somenos!

Gostaria de partilhar convosco este texto de Nicolau Santos  do Expresso, que sintetiza a época do Sporting.