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Narrativa Diária

Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

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Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

28
Dez16

Prémio merecido

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Fernando Santos foi eleito o melhor selecionador do mundo pela Federação Internacional de História e Estatísticas do Futebol, por um júri de especialistas em futebol  de 56 países, ficando à frente do sueco Lars Lagerbeck (segundo classificado), que liderou a equipa 'sensação' da Islândia, e do selecionador alemão Joachim Löw, que ficou em terceiro lugar.

 

A escolha teve por base a vitória no Euro 2016 que Portugal ganhou, vencendo a França, o país organizador, na final, e a quem não ganhava há 41 anos. Para mais em Paris, onde nunca uma equipa portuguesa tinha conseguido ganhar um jogo nesta competição, sem Cristiano Ronaldo que saiu cedo por lesão, e com um golo de Éder num remate de meia distância. Quais eram as probabilidades de isto acontecer? Poucas ou nenhumas.

 

Não sei se Fernando Santos é o melhor selecionador do mundo, provavelmente não será. Mas, quando poucos acreditavam no título, ele soube sempre elevar a moral dos portugueses, motivar a equipa, fazer uma gestão inteligente de esforços e, sobretudo, fazer com que os jogadores acreditassem que era possível.

 

Ficará para memória futura a célebre frase, após o jogo com a Áustria: «já avisei a minha família de que só volto no dia 11 [do próximo mês] e serei recebido em festa».

 

Parabéns, Fernando Santos. Este prémio é mais do que merecido.