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Narrativa Diária

Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

Narrativa Diária

Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

14
Jul17

Assim vai o país....

 

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Afinal não são só os clubes desportivos que  recorrem a poderes do oculto. A avaliar pelas capas das revistas cor-de-rosa, damo-nos conta que destacadas figuras mediáticas - presenças habituais neste tipo de imprensa -  estão a atravessar uma crise profunda de crenças religiosas, tendo aparentemente também optado por estas realidades paralelas.

07
Mar17

Parabéns, RTP

  

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Hoje a RTP está de parabéns. Para celebrar o seu 60º aniversário foi lançada a RTP Arquivos. A plataforma dá acesso gratuito a mais de 6500 registos de som e vídeo do arquivo da RTP. Desde 1936 com o início das emissões de rádio e desde 1957 com a chegada da televisão, a RTP tem construído um vasto acervo de conteúdos. Um repositório de valor inquestionável que, hoje, acaba por contar a história de Portugal das últimas seis décadas e está acessível a todos.

 

Não obstante todas as crises que tem atravessado e ultrapassado, a verdade é que RTP é uma instituição e faz parte da vida dos portugueses.

 

Ao longo dos anos esteve quase sempre na linha da frente da ficção, da informação, da ficção e do entretenimento. Informou o país, divertiu os portugueses com programas como o ZIP ZIP, parou o país com novelas como Gabriela ou Vila Faia e entreteve os portugueses com programas de humor como o Tal Canal, Jogos sem Fronteiras, Passeio dos Alegres, concursos como a Cornélia, 123, Festivais da Canção, só para citar alguns dos mais emblemáticos programas de que me recordo, e foi lançando assim as bases para uma indústria que outros replicaram e bem.

 

Por isso, hoje, dia de aniversário, é imperioso prestar homenagem a todos aqueles que começaram esta aventura e deixaram uma marca forte nesta instituição: aos apresentadores, aos jornalistas, aos produtores, aos realizadores e todos os técnicos que se formaram na RTP e fizeram a sua própria escola, aos programas que marcaram uma época. Por tudo isto: obrigada e parabéns RTP.

29
Dez16

«Feira de gado»

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O episódio protagonizado por  Augusto Santos Silva, quando foi apanhado pelas câmaras da TVI a comparar a negociação da concertação social com uma feira de gado não me surpreendeu. Já conhecíamos a linguagem algo desbragada do ministro a lembrar as célebres frases: «quem se mete com o PS leva» ou «adoro malhar na direita».

 

O que já achei menos normal foi o pedido de desculpas apresentado pelo ministro Santos Silva, porque, quanto a mim, quem devia mesmo um pedido de desculpas era a a TVI, por gravar à ‘socapa’ conversas privadas e comentários informais feito entre políticos num jantar de Natal e divulga-las posteriormente sem autorização.

 

Até parece que a privacidade é coisa que já não existe para os media ou será que agora os furos jornalísticos se sobrepõem à ética profissional?

13
Dez15

Passos e Portas apoiam Marcelo

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O PSD e o CDS-PP recomendaram aos seus eleitores o voto na candidatura de Marcelo Rebelo de Sousa nas eleições presidenciais.

No Conselho Nacional do PSD, Passos Coelho apelou a que os eleitores e militantes votem em Marcelo Rebelo de Sousa, que deve ser, segundo o líder do PSD, «mais árbitro do que jogador» em Belém, dando como exemplo o mandato «apartidário» de Cavaco Silva (certamente Marcelo dispensaria bem esta comparação, não apenas porque é a antítese de Cavaco, mas também porque o atual presidente apresenta os menores índices de popularidade de sempre, na história da democracia portuguesa).

Para trás fica o perfil traçado por Passos que excluía a hipótese de o PSD vir a apoiar um candidato a Belém que fosse um «cata-vento de opiniões erráticas», que buscasse a «popularidade fácil» e que se quisesse afirmar como «mais um protagonista político na disputa geral». Uma descrição que cabia como uma luva a Marcelo Rebelo de Sousa – e que o próprio, de resto, acusou o toque no espaço de comentário na TVI e, na altura, até afastou a hipótese de avançar para a corrida presidencial.

Agora Passos Coelho entende que Marcelo é o melhor candidato para representar os valores do PSD nas próximas eleições pela «sua larga experiência política», pelo «seu conhecimento, académico e profissional da Constituição», pela «sua defesa da economia social de mercado e empenhamento numa visão personalista da sociedade» e pela «especial importância que sempre conferiu à lusofonia e ao universalismo de Portugal»

Paulo Portas, por seu lado, elogia a independência de Marcelo e o «cuidado de ser abrangente e caloroso com os portugueses como um todo». Longe vão os tempos da famosa cena da vichyssiose: quanto Portas ainda era diretor do jornal Independente, em 1993, quando publicou uma notícia sobre uma célebre reunião do PSD, em que Marcelo lhe tinha garantido ter estado presente, tendo inclusive relatado tudo com o devido pormenor, até a própria ementa que incluía uma vichyssoise (sopa fria) servida durante o jantar. Afinal, soube-se mais tarde que tudo não tinha passado de uma efabulação do agora candidato presidencial.

Agora vemos o mesmo Paulo Portas a apoiar a candidatura de Rebelo de Sousa à Presidência da República. Bom, vindo de Portas já nada espanta, todos temos ainda bem presente a crise do «irrevogável». Portas justificou a sua decisão com o facto de existirem muitos socialistas no poder: o Presidente da Assembleia da República é socialista, o Primeiro-Ministro é socialista, o Governo é socialista, o Presidente da Câmara de Lisboa é socialista. Disse ainda que Marcelo é o único candidato independente e que, por esse motivo, é o candidato ideal a vencer as eleições.

Mas, o que significa neste contexto ser «independente»? Em teoria, todos os candidatos são independentes, já que nenhum se está a candidatar em representação de um partido. Contudo, poucos serão os candidatos sem filiação partidária e Marcelo não é seguramente um deles, como se sabe é militante do PSD. Acresce que as candidaturas presidenciais partem sempre de um impulso dos candidatos, mas elas dependem e muito das máquinas partidárias para se elegerem. No entanto, há que recordar que a maior máquina partidária neste país é a comunicação social e, essa, Marcelo domina como nenhum outro.

Passos e Portas, como bem sabemos, não gostam de Marcelo. Viram-se no entanto obrigados a apoiá-lo porque lhes faltou outra opção e contam com a dinâmica de vitória que a candidatura do ex-presidente vem demonstrando para poderem contabilizar este troféu, caso o professor venha a ser o próximo Presidente da República.

02
Out15

Porque o seu voto conta, não deixa de votar!

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Hoje será o derradeiro dia de campanha eleitoral. As forças políticas dão o tudo por tudo e queimam os últimos cartuchos. O que está em jogo no próximo domingo é o que Leonel Moura aqui descreve de forma muito pragmática:

«A verdadeira disputa nestas eleições é pois a de saber se o PS tem mais votos do que a coligação e qual a margem. O resto é literatura e nem sempre da boa. Se tiver menos votos ou mesmo uma pequena vantagem tudo vai ser mais difícil. Os media, e tanto comentador que por aí anda, tratarão de infernizar a vida a Costa. Mesmo que vença terá títulos de derrotado. A voragem dos media depressa apagará as falsas sondagens e tudo o que tem sido dito e escrito sobre a garantida vitória da coligação, para se dedicar por inteiro ao tiro ao Costa, esmiuçando problemas, empolando dificuldades, enfim dando o maior destaque a tudo o que há de negativo num governo minoritário. Como se isto não bastasse teremos também uma extrema-esquerda radiante. Desde logo porque irá reivindicar a derrota da direita, incluindo a do PS. No dia seguinte mesmo que tenham perdido votos e deputados serão os grandes vencedores da jornada. É sempre assim e esta gente nunca desilude. Mas não o farão pela possibilidade de se criar em Portugal um governo de esquerda, ou políticas de esquerda, como não se cansam de repetir sem chegar a vias de facto, mas porque desde a primeira hora se irão dedicar à matemática calculando a melhor altura para se aliarem à direita e deitarem abaixo o governo do PS.

Enfim, apesar de todas as vicissitudes atuais e previsíveis, a escolha nestas eleições é simples. Quem quer continuidade vota na coligação. Quem quer mudança tem duas hipóteses. O voto inútil no PC e Bloco ou o voto útil, o único que pode de facto fazer a diferença, no PS. Ou como diria Sherlock Holmes: elementar, meu caro Watson».

Faltam dois dias para elegermos um novo governo. Apelo a todos que podem exercer o direito de voto que não deixem de o fazer. Votar é um dever e um exercício de cidadania. Vamos, pois, votar em consciência e esperar um futuro mais risonho para todos...!

Agora só tem que, no próximo domingo, deslocar-se ao local onde vota e depositar o voto no partido da sua preferência. Não sabe onde dirigir-se para votar? Este site dar-lhe-á toda a informação de que necessita. A pesquisa poderá ser efetuada através do número do B.I. ou cartão de cidadão ou através do nome. 

Mas não deixe de votar!

25
Jan15

A vida de CR7 fora dos relvados

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Cristiano Ronaldo, já se sabe, é o melhor jogador do mundo e o português mais conhecido de sempre. Não admira, pois, que o fim do namoro entre ele e Irina Shayk, um dos casais mais mediáticos dos últimos cinco anos, fosse nos últimos tempos um tema badalado em todo o mundo, discutido e repisado nas redes sociais, onde CR7 conta com mais de 140 milhões de seguidores. Vem isto a propósito de um excelente texto que uma amiga escreveu sobre Cristiano Ronaldo e que colocou no facebook que hoje gostaria de partilhar convosco, porque é exatamente aquilo que eu penso relativamente ao melhor jogador do mundo.

«CR7, nunca te escrevi antes: pois é hoje, tem lá paciência e lê mais uma mensagem de uma fã.

Escrevo-te para te dizer o quanto me enojam todas as alarvidades que se escrevem sobre ti, principalmente desde que terminou o teu relacionamento com a Irina Shayk.

Já só falta dizer que lhe batias, o que não acredito que tenhas feito, senão já seria arma de fogo na imprensa.

Não quero saber qual a natureza do teu relacionamento com a Irina Shayk: é-me completamente indiferente, apenas desejo que, quaisquer que fossem os objectivos de ambos tenha sido bom para os dois enquanto durou.

Também me é completamente indiferente quem são as Mães biológica e hospedeira do teu filho: decidiste que era assim que querias ter um filho e as fornecedoras a tal se prestaram, fosse por que compensações fossem: não foram, decerto, obrigadas.

Não me interessa, nada disso me interessa.

Há 15 dias andava tudo aceso a engrossar as fileiras da luta pela liberdade barbaramente ameaçada.

Agora, andam muitos mas mesmo muitos a tentar limitar a tua: a lançarem o estúpido, vácuo e passivo-agressivo "e se...", a aventarem hipóteses para fazerem a tinta, quer a real quer a virtual, correr, à custa do teu nome.

Do nome que nenhuma agência de marcas cria se não houver um futebolista como tu por dentro.

Fizeste acontecer, com enormes trabalho e aprendizagem constantes, o teu sonho de menino: o de seres o melhor jogador de futebol do mundo.

Com a realização do teu sonho tornaste-te ainda giro, sexy e rico.

O que fazes com o teu dinheiro também me é completamente indiferente [embora goste de ver que também o usas com outros, incluindo a tua família, que nunca - até hoje - renegaste]: ganhaste-o tu, é teu, faz dele o que quiseres.

Por mim, podes não dominar a arte da dialéctica nem do storytelling.

Podes usar o risco que queiras no cabelo.

Podes gritar "Si", ou o que te apetecer, quando quiseres.

Podes ter 3 biliões de euros, 3 milhões de namoradas, podes ter e ser o que tu quiseres, desde que não sejas um criminoso: são as tuas opções, que respeito e com as quais nada tenho que ver.

Faz-me só um, apenas um, favor.

Sê feliz.

E português.

Como tens sido, jogues onde jogares, estejas onde estiveres».

18
Jan15

Por que é que tantos são Charlie e quase nenhum é Baga?

 

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Durante os últimos dias tenho lido aqui e ali que os media deram grande visibilidade aos ataques de Paris e praticamente ignoraram o que passa na Nigéria.

Na verdade, na mesma altura do atentado ao jornal Charlie Hebdo, na Nigéria, o Boko Haram, numa ofensiva para controlar uma cidade nigeriana de Baga, fez mais de 2000 mortes.

No dia a seguir, ao mesmo tempo que todos tínhamos os olhos postos em Paris, quando um terrorista fez reféns um grupo de pessoas num supermercado, três mulheres suicidas mataram mais de 20 pessoas na Nigéria.

Por que é que tantos são Charlie e quase nenhum é Baga?

Na minha opinião há algumas explicações que nos ajudam a perceber essa diferença de tratamento entre as duas chacinas: o facto de o ataque de Paris ter acontecido num país europeu aqui tão perto,é uma circunstância que nos impressiona  e que não nos coloca a salvo de podermos ser nós também vítimas de um atentado semelhante e nessa medida toca-nos mais. A circunstância de quase em simultâneo estes acontecimentos entraram-nos pela casa dentro, através da televisão e das redes sociais, também contribui para que o choque seja maior. O caso de vermos, pouco tempo depois de ter acontecido, a execução do polícia Ahmed num passeio de uma rua em Paris, é um ‘murro no estômago’ que atinge-nos com alguma violência, pois apercebemo-nos mais facilmente que podia acontecer connosco. Afinal, Paris é logo aqui ao lado!

Depois, o facto de tanto na Nigéria, como na Síria, no Iraque e no Afeganistão existir uma guerra civil, envolvendo vários grupos e vária etnias, há alguns anos, quer queiramos, quer não, vulgariza as tragédias que ocorrem nesses países. A circunstância de diariamente ser noticiados atentados naqueles países, ao fim de algum tempo leva-nos a encarar as mortes no Médio Oriente, as explosões na Palestina, as trocas de tiros no Leste da Ucrânia, as execuções no norte do México deixam como uma não notícia porque tornam-se banais, é no fundo o modus vivendi daqueles países.

Mas quando acontece uma tragédia, um ataque terrorista mais perto de nós, em países onde supostamente reina a paz, sem acontecimentos desta natureza, isto choca-nos e mobiliza-nos.

Não tenho dúvidas que se em França os ataques terroristas começassem a ser constantes, seriam provavelmente tratados com o mesmo nível de atenção e mobilização pelo resto do mundo, como os ataques recentes da Nigéria.

Somos muito influenciados pelos acontecimentos da atualidade que são divulgados nos media e através da Internet. É por isso que já ninguém se recorda muito bem dos ataques dos talibans a uma escola no Paquistão, que fizeram pelo menos 141 mortos, na grande maioria crianças, assim como ninguém valoriza muito a situação vivida no Leste da Ucrânia, porque outros acontecimentos passaram a ser notícia.

Isto para concluir que é injusto que o mundo apenas se revolte com os atentados de França, quando crimes bem maiores acontecem diariamente no resto do mundo e que apenas têm direito a uma pequena ‘nota de rodapé’.

Mas é compreensível que os casos sejam tratados de forma diferente, porque sendo iguais na sua essência, são diferentes quanto à forma como são percecionados.

27
Nov14

Há mais vida para além do preso nº 44

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«O preso n.º 44 comeu hoje cozido à portuguesas e, segundo o Diário de Notícias, a refeição foi lhe dada na sua própria cela».

«José Sócrates chegou às 3h da manhã à cadeia de Évora e não recusou a ementa do dia para o almoço».

«Grupo de jovens tira selfies junto ao Estabelecimento Prisional de Évora».

É só apara avisar que estas notícias são ridículas e dispensáveis e que há mais vida para além do preso nº 44!

17
Out14

O mediatismo do «caso Jessica Athayde»

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Na semana em que ficamos a conhecer o OE 2015 e as repercussões que estas normas irão ter na vida de todos nós, que o caos instalado no Ministério da Educação continua por resolver, o assunto dominante que marca a atualidade é o «caso Jessica Athayde».

Depois de Jessica ter desfilado no passado fim de semana passado na Moda Lisboa, não tardaram críticas depreciando a sua forma física, bem como manifestações de apoio à atriz as quais foram  mediatizadas através de meios comunicacionais.

Não me interessa aqui falar das curvas da Jessica, dos hidratos de carbono que a atriz ingere ou da falta de exercício fisico, deixo isso a cargo dos entendidos. Interessa-me mais o tratamento jornalístico dado ao tema.           

O Correio da Manhã fez manchete com a notícia. Até aqui nada que não estejamos habituados, mas quando se vê essas mesmas notícias destacas em jornais mainstream como o DN, Expresso, Sol e JN, aí percebemos que algo de errado se passa.

Será que sou só eu a achar que este deve ser um tema exclusivo das chamadas revistas «cor-de-rosa»?

02
Ago14

Em modo férias!

O tempo de férias dos políticos, dos tribunais, dos comentadores e da maioria dos portugueses é conhecido pela Silly Season. Esta época, que ocorre no pico do Verão, caracteriza-se pelo período em que nada acontece ou o que acontece é pouco relevante, sendo os órgãos de comunicação social confrontados com a falta de assuntos importantes, acabando por noticiar temas superficiais e frívolos.

É este tempo em que as notícias resumem-se a assuntos de somenos como: o tempo, os acidentes rodoviários, o calor ou a falta dele, os turistas, as praias, os afogamentos, os incêndios florestais, etc.

Já no ano passado, a silly season portuguesa foi pródiga em acontecimentos políticos, motivada pela crise na coligação devido à demissão «irrevogável» de Paulo Portas.

Este verão dois assuntos dominam toda a atenção dos media: por um lado, a guerra pelo poder dentro do Partido Socialista. Por outro, a questão do GES/BES que tem dominado todo o panorama económico e financeiro em Portugal nas últimas semanas.

Na era da informação em tempo real a unidade do tempo deixou de ser o minuto e passou a ser o segundo. Com a velocidade vertiginosa dos acontecimentos, quando as notícias chegam às bancas já não o são pois já fazem parte do passado, que embora recente já é longínquo. Tais factos não nos permitem desligar a corrente e estar permanentemente atentos à atualidade, sob pena de ficarmos completamente out, mas isto é um assunto que ficará para ser tratado numa próxima oportunidade.

Por essa razão este blog vai estar intermitente. Não será atualizado como habitualmente, mas conto passar por cá de vez em quando.