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Narrativa Diária

Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

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Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

20.02.18

Novienta e ocho

 

 

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Sim, marcámos o golo da vitória aos 90’+8! E então? Até ao apito do árbitro vale. Isto não foi inédito no campeonato português. Já tinha acontecido anteriormente com Benfica e FCPorto. É um pouco estanho que adeptos destes clubes agora venham criticar. É também um aviso às equipas que queimam tempo e fazem antijogo no tempo extra, arriscam-se a que estas situações aconteçam.

12.02.18

Jorge Jesus critica VAR

 

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Jorge Jesus cometou a atuação do VAR no jogo Sporting-Feirense e eu não posso estar mais de acordo com ele:«o VAR é uma "farramenta" » (e não, uma ferramenta).

 

Porque, na verdade, aquilo foi memo uma farra, já que o responsável pelo VAR anula um golo obtido de forma regular pelo sporting, ignorando o que está vertido no protocolo da UEFA!

 

Doumbia marcou um golo limpo e o Sr.Manuel Oliveira(VAR), por incompetência ou má-fé, omitiu parte da imagem do lance que origina o golo, levando o árbitro Luís Ferreira a invalidar o golo.

 

Lamentável o que se passou ontem em Alvalade!

28.01.18

Está taça é nossa!

 

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O Sporting venceu a Taça Final Four disputada, ontem, em Braga, frente ao Vitória de Setúbal, decidida através da marcação de grandes penalidades.

 

A taça “Lucílio Batista” como ainda hoje é conhecida, tornou-se famosa porque o árbitro, como o mesmo nome, apitou em 2009 um jogo entre o Sporting e o Benfica, influenciando o resultado final.

 

Nesse ano  jogava-se a final e o Sporting estava em vantagem aos 73 minutos. Pedro Silva, jogador leonino, dominou a bola com o peito. Lucílio Batista recebe uma indicação do seu auxiliar informando que jogador leonino tinha tocado a bola com a mão e aponta para a marca de grande penalidade a favor do Benfica, condicionando assim o resultado e provocando o afastamento do Sporting da Taça. Dai que a Taça da Liga será sempre ser recordada não pelo seu vencedor, mas pela lamentável arbitragem do Sr. Lucílio Batista.

 

Felizmente hoje há o VAR, porque caso contrário aquela mão na bola do jogador setubalense não tinha sido assinalada. Mas, verdade seja dita, não fizemos um bom jogo, face a um adversário teoricamente inferior em que podíamos e devíamos ter controlado do primeiro ao último minuto.

 

Acontece que a primeira parte foi inadmissível. O Sporting foi completamente dominado pelo Vitória de Setúbal. Parabéns a José Couceiro pela estratégia que traçou para este jogo, anulando completamente as investidas de Bruno Fernandes. Gelson fez-nos muita falta, já que Ruiz e Ruben Ribeiro foram pouco eficazes para dar profundidade ao jogo do Sporting

 

Mas, felizmente, a equipa regressou para a segunda parte com outra atitude. Houve vontade de ganhar, houve VAR, houve 100% de eficácia nos penáltis (temi quando William avançou para marcar o último) e uma estrelinha que é sempre necessária nessas alturas para erguer aquele que se espera que seja o primeiro de vários troféus, nesta época.

 

Bem sei que ganhar a Taça CTT era um objetivo menor, mas ganhá-la foi importantíssimo para o Sporting, mais não seja para trazer motivação à equipa e para gáudio dos adeptos que estão sempre com a equipa, nas horas boas e menos boas e que há muito que vêm fugir vários troféus de Alvalade.

20.01.18

Sporting empata com o Vitória de Setúbal

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À 19ª jornada o Sporting empata e fica a um ponto do FC Porto, que na prática são quatro pontos, já que o FCP tem menos um jogo.

 

Foi um balde de água fria. Ninguém supunha e para mais estando na liderança do campeonato, que íamos deixar dois pontos no Bonfim, mas na segunda parte, pelo desenrolar da partida, percebia-se que a coisa não estava fácil, o Vitória fez um remate ameaçador à baliza que só não foi golo porque Coates chutou para canto.

 

Couceiro ao entender que o SCP não conseguia matar o jogo, arriscou, tirou unidades mais defensivas e fez entrar um ponta-de-lança, Edinho, que acabou por cavar e marcar a grande penalidade.

 

A desilusão estava estampada no rosto dos jogadores e Fábio Coentrão manifestou-se no banco. Mas a responsabilidade é sobretudo do treinador que devia ter mexido mais cedo e ter gerido melhor o jogo. É nisto que temos falhado por vezes. Jesus é um treinador reativo: lança Doumbia a 30 segundos do final para ganhar talvez uma bola de cabeça, Podence que terminou tão bem o ano joga o tempo de compensação, Bryan Ruiz passa de titular a desconvocado. Não se compreende!

 

Para mais Jorge Jesus tem esta época um leque de jogadores à sua disposição que qualquer um gostaria de ter e utiliza sempre os mesmos onze. Há jogadores que estão exaustos: Gelson Martins, Bruno Fernandes, Acunã, Piccini são alguns desses.

 

Outros jogadores não entram nas contas de Jesus. Doumbia, Podence que agora vai ter um papel muito mais secundário, com a chegada de Rubem Ribeiro, Iúri Medeiros também nunca agradou a Jesus e Gelson Dala, um jogador bastante interessante, que andou meia época sentado no banco, para agora ser emprestado.

 

Espero que Jesus saia no final da época independentemente do que vier a acontecer. O Sporting precisa de um treinador mais jovem, mais esclarecido, com outras ideias e com outras capacidades para gerir a equipa e já agora melhores dotes oratórios. Já se percebeu que Jesus pode ser bom para um Feirense ou um Moreirense, não para gerir um clube grande.

04.01.18

Derby lisboeta

  

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Benfica e Sporting defrontaram-se ontem no Estádio da Luz num jogo emocionante, próprio de um derby.

 

Jorge Jesus chegou ao Estádio do Benfica, de peito feito, com a confiança de quem sabia que a sua equipa era mais do que capaz de bater o Benfica e tal confiança saiu reforçada aos 19 minutos quando Gelson Martins se adiantou no marcador, na sequência de um cruzamento de Fábio Coentrão, resultado que se manteve até ao intervalo.

 

No segundo tempo o Benfica foi obrigado a correr atrás do prejuízo e Rui Vitória arriscou tudo. Primeiro trocou Pizzi por Jiménez, depois abdicou de unidades mais defensivas como Rúben Dias e Fejsa para lançar Rafa e João Carvalho e o caudal ofensivo foi avassalador.

 

O empate surgiu já bem perto do final, através de um erro infantil de Battaglia. É o lance que acaba por definir o resultado final. Incompreensível como é que um profissional experiente desvia uma bola com o braço.

 

Quanto a Jesus, foi mais do mesmo, um desastre nas substituições: deu claramente um sinal que queria defender o resultado ao tirar Gelson Martins e fazer entrar Bryan Ruiz. Sinceramente, manter o Podence e o Doumbia no banco e colocar o Ruiz no jogo, ainda por cima frente ao Benfica, não lembra ao diabo!

 

Contas feitas, o Sporting perde a liderança do campeonato para o FC Porto. Os dragões venceram o seu jogo, em Santa Maria da Feira e somam 42 pontos. Já o Sporting tem agora 40 e o Benfica 37.

24.08.17

Estamos na Liga dos Campeões!!

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É verdade. Estamos na Liga dos milhões, após uma vitória categórica na Roménia, contra o Steaua de Bucareste, que não deixou dúvidas que o Sporting foi a melhor equipa na eliminatória.

 

Nota-se que a equipa está em crescendo. Gostei de várias exibições individuais, sobretudo Adrien, Gelson, Fábio Coentrão, Doumbia, Battaglia e Bas Dost, mas principalmente de Bruno Fernandes, para mim o melhor em campo. Com passes longos, fez assistências para o segundo e o terceiro golo. Teve ainda intervenção no início da excelente jogada coletiva que resultou no quinto golo, mas não gostei de alguma tremedeira da defesa, principalmente de Coates que mostrou alguma desconcentração no jogo, pouco habitual nele.

 

O primeiro objetivo da época foi atingido. Vamos agora aguardar serenamente pelo sorteio de hoje para ficarmos a conhecer os adversários que nos vão calhar em sorte, sabendo de antemão que a Liga dos Campeões é uma competição difícil, cuja vitória só está ao alcance de um grupo muito restrito de equipas. Por isso há que pensar jogo a jogo para conseguir chegar o mais longe possível.

27.07.17

Ensaio sobre a cegueira

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Quarta derrota do Sporting na pré-epoca. Dir-me-ão: são jogos de preparação. Ok, mas não deixa de ser preocupante sofrer tantos golos.Não sei de quem foi a ideia de vender os nossos dois centrais e ir buscar outros que a meu ver não são melhores.

 

Continuamos a  apostar na formação, formar bons jogadores para  depois os despacharmos para outros clubes por tuta e meia. Rubén Semedo, Cédric e Francisco Geraldes são exemplo disso.

 

Este Sporting ainda não me convenceu. Nem a equipa nem o treinador. Vai ser mais uma época perdida?. Ler aqui o artigo de Nicolau Santos.

 

Mais cego é aquele que não quer ver. Abram os olhos enquanto é tempo.

06.03.17

O estilo de Bruno de Carvalho

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Com 86,13% dos votos - contra 9,49% do seu opositor - Bruno de Carvalho teve uma vitória esmagadora face ao amador Pedro Madeira Rodrigues, naquela que foi a maior participação eleitoral da história do SCP. Mais do que um sinal de vitalidade do clube, esta afluência histórica é um sinal inequívoco da capacidade de mobilização dos Sportinguistas. Que bom seria que fosse replicada ao país, para baixarmos os números da abstenção.

 

Por isso é incompreensível que o discurso de Bruno de Carvalho tenha ficado marcado por uma forte declaração para quem se opõe ou não esteja com o clube leonino: «Bardamerda para todos aqueles que não são do Sporting Clube de Portugal». A frase, ao que parece, era uma citação do seu tio-avô, o Almirante Pinheiro de Azevedo, antigo primeiro-ministro de Portugal, ainda assim não deixa de ser acintosa e deselegante, para mais num discurso de vitória, com o qual não me identifico.

 

Deus queira que este estilo trauliteiro e truculento de Bruno de Carvalho não passe de um momento fugaz no calor da festa e não seja o prenúncio daquilo que vão ser as grandes linhas orientadoras do novo mandato do presidente leonino. Esperemos que tudo não passe de fumaça, como diria o seu tio-avô, para bem do Sporting e do futebol português.

19.02.17

Sporting 1-0 Rio Ave

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O Sporting venceu ontem o Rio Ave por 1-0  com um golo de Alan Ruiz, em Alvalade, em jogo da 22ª Jornada da Liga NOS, mas não convenceu.

 

Neste caso, o resultado foi muito melhor que a exibição, já que a equipa não esteve bem e foi o Rio Ave que teve as melhores oportunidades de golo.

 

Rui Patrício, que realizou o seu jogo 400 com a camisola do Sporting, fez uma exibição magnífica. Eu que tantas vezes me insurjo contra ele, desta vez tenho mesmo que lhe tirar o chapéu, dado que o guarda-redes fez quatro ou cinco defesas soberbas, de grande nível de dificuldade.

 

Não gostei: da exibição de Jefferson e de Schelotto; Bas Dost também não esteve ao melhor nível; da lesão de Adrien que pode ser preocupante.

 

Para a história do jogo, ficam os três pontos,  a consolidação do terceiro lugar, e o jogo  400 de Rui Patrício de leão ao peito.

05.02.17

FCPorto 2 - 1 Sporting

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A época do Sporting e o jogo de ontem no Dragão está bem expresso neste post «E depois do Adeus» no blog ADN de Leão que subscrevo na íntegra.

 

«O Sporting jogava ontem a última cartada para poder ainda almejar conseguir algo esta época, um lugar na Champions na próxima época e o acesso às receitas que são vitais para manter o clube competitivo e a lutar por objetivos ambiciosos.


Na abordagem ao jogo, Jorge Jesus contava com um handicap claro, a ausência de William e para o colmatar fez avançar Palhinha, escolha que não se pode criticar, porque é a alternativa que existe para a posição.


Já muito mais incompreensível foi ter-se apostado em Matheus de início num jogo desta responsabilidade. Não porque o jogador não tenha valor, mas porque não está claramente a atravessar um momento de forma que lhe permitisse encarar esta partida com a confiança necessária. Não tem quase tempo de jogo na Primeira Liga, viu já várias vezes o treinador dar a entender que não apostava nele e além disso não tem rotinas com a equipa.


Mas isso remete-nos para o início da época. Se todos nos recordamos, na altura da pré-época, Podence, Palhinha e outros tentaram justificar perante o treinador ter valor para pelo menos merecerem ficar no plantel. E o que aconteceu? Perante adversários muito difíceis, sem ainda terem rotinas de jogo e sem enquadramento com outros jogadores mais experientes e de qualidade, foram lançados às feras. Claro que não correu bem.

 

Jorge Jesus conseguiu o que queria, dar a entender que com a formação não dava e que teria de ir contratar vários jogadores. O Sporting gastou dinheiro e investiu em vários jogadores, mais uma vez sem contratar para as laterais, posição que assumidamente já se reconhecia estar mal servida e o resultado foi o que se viu. Depois de gastar vários milhões de euros, a equipa chegou a Janeiro já quase sem objetivos e com a única preocupação em despachar o que tinha vindo e nada tinha mostrado. Alguns foram vendidos, outros emprestados, outros ainda esperam por colocação.


Em sentido contrário, fizeram-se regressar jogadores jovens da formação, dando a entender que essa era novamente a aposta. Entretanto, foi saindo para a Comunicação Social que a Direção ia rever as funções de Jorge Jesus e diminuir-lhe os poderes de contratar quem entende, levando-o a apostar mais na formação.


Depois do jogo de ontem e sobretudo da inenarrável conferencia de imprensa de Jorge Jesus, a ideia que fica é que o treinador do Sporting quer reconquistar novamente espaço de manobra. Quer mais uma vez justificar a aposta em contratações caras e provavelmente fracassadas e que a formação nunca será para ele uma paixão ou uma aposta verdadeira. Para isso não hesita em queimar os nossos jogadores jovens, quer na forma como os lança em campo, quer como fala deles. Sabia que ao lançar os jovens, poderia usar essa desculpa se algo corresse mal. Claro que Palhinha teve alguma culpa na forma como aborda o lance do primeiro golo, mas este só acontece porque Schelotto não está onde devia.


Mais uma vez os laterais, pois Marvin também esteve novamente a um nível lastimoso, comprometeram a equipa. Mas neste mercado de Inverno, enquanto alguns foram buscar Soares, jogador que já nos foi proposto antes, outros optaram (ou foram obrigados por limitações financeiras?) por não contratar ninguém.


A diferença entre acreditar ainda que se podia ir buscar o título e estar resignado à luta pelo terceiro lugar.


Jorge Jesus disse, entre outras alarvidades na conferencia de Imprensa, que “com a formação não vamos lá”. Um recado com destinatário certo: a Direcção e também os adeptos. Cabe agora a Bruno de Carvalho dar a resposta adequada a esta provocação e a todo o comportamento que o treinador tem tido, bem como as inúmeras faltas de respeito que tem mostrado para com o Sporting, tal como ter andado em grande parte do tempo a falar do rival, dos jogadores que lá lançou e do que lá conquistou.

 

Chega! Nós é que lhe pagamos 6 ou 8 milhões/ano (é sempre um enormidade) para nos dar títulos, para nos potenciar jogadores e não para os desvalorizar, para encontrar soluções e não desculpas esfarrapadas em que ele nunca é o culpado. E meu caro Jorge Jesus, convença-se de uma vez por todas, que há um equilíbrio entre apostar em jovens e contratar acertadamente. Algo que você claramente não quer e não sabe fazer.


Temos um treinador que não assume responsabilidades quando as coisas correm mal, mas que reivindica méritos quando correm bem. Infelizmente esta época não há méritos para assumir.


Numa altura em que se aproximam eleições, é bom que os sócios não associem críticas legítimas ao que se está a passar com a equipa de futebol, a este processo eleitoral. Sob a pena de perdermos mais tempo e de não tomarmos as melhores decisões. A época está perdida e vai ser desastrosa e a recuperação novamente dolorosa.


Pedro Madeira Rodrigues não tem sido hábil na forma como conduz a campanha. Cometeu já várias gaffes que lhe podem custar caro. Mas uma coisa é certa, seja quem for que saia vencedor das eleições, Jorge Jesus é neste momento parte do problema e não da solução. E tudo indica que isso vai continuar a acontecer nos próximos dois anos. É que por culpa de Bruno de Carvalho, o Sporting está amarrado a este treinador por uma indemnização monstruosa. A menos que ele se encha de vergonha e peça para sair, ou alguém o venha buscar e seja suficientemente tolo para lhe pagar o que nós pagamos... Portanto, agora resolvam o imbróglio que criaram.


Entretanto nas redes sociais, vai-se desculpabilizando tudo isto e dizendo que a culpa é dos adeptos. Esses malandros que ficam aborrecidos de estarem em terceiro lugar. Os tais que servem para encher estádios, comprar Gameboxes, etc, mesmo com a equipa a não ganhar nada.


Os sportinguistas entretanto vão sofrendo como sempre aconteceu e só lhes resta esperar por dias melhores e continuar a apoiar um clube que tão mal servido tem sido em termos de quem o dirige e orienta». 

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