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Narrativa Diária

Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

Narrativa Diária

Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

04
Jun17

Quem Tem Medo de Virginia Woolf?

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(imagem retirada da Revista Visão)

Um dos maiores clássicos da dramaturgia norte-americana, Quem Tem Medo de Virginia Woolf? é uma adaptação da peça de Edward Albee que foi um estrondoso êxito na Broadway, magnificamente interpretada por Elizabeth Taylor e Richard Burton e que agora volta a estar em cena entre nós com os não menos brilhantes Alexandra Lencastre e Diogo Infante que ao lado dos jovens Lia Carvalho e José Pimentão dão vida a personagens que se confrontam entre a realidade e a ilusão numa autêntica teia sobre as complicadas relações conjugais.

 

Num texto denso e demolidor, Edward Albee exprime de forma desconcertante a verdade, o confronto, a traição, a provocação e muita loucura num serão desenrolado inteiramente na sala de estar do casal George (Diogo Infante) e Martha (Alexandra Lencastre), durante uma noite de muitas revelações, de jogos perigosos e agressões mútuas, com muito álcool à mistura, onde as personagens se vão revelando à medida que se descobre a mentira e a ilusão que envolvem as suas vidas.

 

Gostei muito do desempenho dos atores principais, particularmente do desempenho do Diogo Infante. A construção da sua personagem é soberba. Esteve genial, como habitualmente, com um sentido de humor por vezes sarcástico por vezes desconcertante. Mas eu sou suspeita porque gosto muito dele como ator.

 

A peça está no Teatro da Trindade, no Chiado, até ao dia 11 de Junho, e vale bem a pena ser vista. Por isso se não viram, corram.

27
Mar17

Dia Mundial do Teatro

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Hoje é dia Mundial do Teatro, corra até ao teatro D. Maria II . «Abrimos as portas. Acendemos as luzes. E esperamos por si». O Dia Mundial do Teatro é isso mesmo: um momento de encontro. Um dia em que, de um modo ainda mais especial, contamos com todos para celebrar o Teatro. Este ano, saiba quais os espetáculos e atividades de que poderá usufruir: 

 

14h Visita guiada à exposição Teatro em cartaz: A coleção do D. Maria II, 1853-2015

curadoria Lizá Ramalho e Artur Rebelo

visita por Helena Barbosa

 

16h e 19h Ethica. Natura e origine della mente

de Romeo Castellucii

 

20h Conversa com Romeo Castellucci 

moderação José Tolentino de Mendonça

 

21h Tiranossauro Rex - Procedimento básico de memorização e esquecimento

de Alex Cassal

 

21h30 Ensaio para uma cartografia

de Mónica Calle

 

Entrada livre mediante o levantamento de bilhetes, na bilheteira do D. Maria II, a partir das 10h30. Limite de 2 bilhetes por pessoa, sujeitos à lotação disponível. Para este dia não se aceitam reservas."

 

 

"EXPOSIÇÃO - TEATRO EM CARTAZ - A COLEÇÃO DO D. MARIA II, 1853 - 2015

até 29 Julho, 2017

qua - dom, 30 min. antes do início dos espetáculos da Sala Garrett para portadores de bilhete

 

VÁRIOS LOCAIS | ENTRADA LIVRE*

 

18 abril - Dia Internacional dos Monumentos e Sítios | Horário da exposição: 15h - 18h

 

Um cartaz é um espetáculo. Pelos cartazes do D. Maria II vemos mais de um século de representações e das histórias que cada uma encerra. Nesta comemoração dos 170 anos, pedimos aos designers que atualmente desenvolvem a imagem do D. Maria II para mergulharem no arquivo e revelarem ao público como esse trabalho tem sido feito ao longo do tempo.

 

Nos documentos apresentados, evidenciam-se diferentes abordagens de pensar e produzir o cartaz. Das leituras desta amostra emergem diversas questões que vão desde as estratégias de gestão da imagem de identidade visual, até ao espaço de criação de que dispõe o designer.

curadoria Lizá Ramalho e Artur Rebelo

 

VISITAS GUIADAS À EXPOSIÇÃO

com Helena Barbosa

27 mar, 14h | entrada livre"

 

21 MAR - 30 ABR 2017

ÁTRIO | ENTRADA LIVRE

VIDEOTECA BOCA

 

"A Videoteca BoCA surge como um ponto de documentação, de historiação visual e de partilha pública, com o intuito de dar a conhecer (sobretudo ao público especializado mais jovem) o passado recente, desconhecido e escassamente documentado, através de obras artísticas que, de algum modo, estão na esteira do "espírito do tempo" da criação atual e que integram, na sua maioria, a programação da BoCA.

 

Percecionamos estéticas, conceções, direções, interesses e escolhas artísticas que se relacionam com uma geração, o seu contexto social, político e económico, mas que revelam também a intimidade dos artistas, mais jovens.

Oferecendo o acesso privilegiado a trabalhos de encenadores, coreógrafos, artistas plásticos ou performers, a Videoteca BoCA conta com a colaboração de artistas, entidades públicas e privadas que gentilmente cederam materiais de arquivo.

 

Durante a tarde, depois das aulas ou antes de assistir a um espetáculo, o espaço da Videoteca BoCA, no átrio do D. Maria II, pretende ser um descontraído ponto de encontro (físico), onde se podem descobrir obras que de outra forma não se teria oportunidade de ver, ou de rever.

 

Nomes de alguns artistas cujos registos de vídeo integrais são contemplados na Videoteca BoCA: Ana Borralho & João Galante, Cecilia Bengolea, Cláudia Dias, François Chaignaud, Héctor Zamora, Lúcia Sigalho, Márcia Lança, Mariana Tengner Barros, Miguel Moreira, Musa paradisiaca, Paulo Castro, Rodrigo García, Romeo Castellucci, Salomé Lamas, Tania Bruguera, Vera Mantero."

 

Transportes

Metro: Terreiro do Paço, Baixa-Chiado, Rossio

Autocarros: 709, 711, 714, 732, 735, 736, 758, 759, 760, 781, 782

Eléctricos: 12, 15, 25, 28

Barco: Terreiro do Paço, Cais do Sodré 

Comboio: Cais do Sodré, Rossio, Santa Apolónia

 

fonte: http://www.teatro-dmaria.pt/pt/

 

18
Dez16

Marcelo tenta evitar fecho da Cornucópia

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O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, compareceu no espetáculo de encerramento do Teatro da Cornucópia e serviu de mediador numa conversa entre o fundador e diretor do Teatro da Cornucópia, Luís Miguel Cintra, e o ministro da Cultura para evitar o fim desta companhia. O Chefe de Estado defendeu um «estatuto de exceção» para o teatro.

 

Marcelo, neste afã de estar em todo o lado, exorbitou, uma vez mais, as suas competências presidenciais, colocando o Ministro da Cultura numa posição fragilizada (que cancelou uma iniciativa em Castelo Branco para marcar presença no teatro da Cornucópia).

 

Creio que não cabe a Marcelo intervir publicamente nem mediar conflitos de política interna, por melhores que sejam os argumentos, cuja decisão cabe ao governo e ao ministro da tutela, ao abrigo do princípio da separação dos poderes.

 

Como é sabido, no nosso sistema constitucional é ao Governo que compete governar e tomar as decisões pertinentes, assumindo a sua responsabilidade política perante o Parlamento e a opinião pública.

 

Cabe ao Presidente da República zelar pelo regular funcionamento das instituições, podendo mesmo aconselhar ou até advertir o primeiro-ministro, mas não tem sobre o Governo nenhum poder de tutela ou de superintendência política.

 

Esta iniciativa do Presidente parece-me algo inoportuna, por apontar para um compromisso que contempla apenas a Cornucópia sem estar ancorada numa política geral de apoio ao teatro que abranja todas as companhias em condições idênticas e que preencham os mesmos requisitos.

 

Não se pode resolver o caso da Cornucópia e desprezar instituições culturais congéneres. A solução para a Cornucópia, como para todo o sector das Artes Performativas, enquadra-se numa decisão política que envolve o Governo e a Assembleia da República, não a Presidência da República.

16
Dez16

O fim do Teatro da Cornucópia

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O Teatro da Cornucópia, fundado em 1973 por Luís Miguel Cintra e Jorge Silva Melo, anunciou que vai fechar portas no próximo sábado.

 

Sem programação para os próximos meses, a Companhia decidiu colocar um ponto final na sua atividade com um recital, de entrada gratuita, às 16h00, a partir de textos do poeta francês Guillaume Apollinaire, com a participação de atores e músicos que têm trabalhado com o teatro. No mesmo dia do encerramento, é lançado o segundo volume do livro/catálogo «Teatro da Cornucópia», onde se relembram os espetáculos dos últimos 14 anos.

 

Em 43 anos de atividade o teatro centrou-se sobretudo na dramaturgia contemporânea, tendo encenado peças de Shakespeare, Tchekov, Moliére, Genet, Pasolini, Strindberg, Holderlin, Brecht, Garcia Lorca, mas também Gil Vicente, Camões, Almeida Garrett e António José da Silva.

 

Luís Miguel Cintra, Prémio Pessoa 2005, dedicou grande parte da vida ao Teatro da Cornucópia, retirou-se dos palcos em 2015 por razões de saúde. Já nessa altura, o ator e encenador falava na possibilidade de o teatro encerrar devido a constrangimentos financeiros no financiamento público pela Direcção-Geral das Artes.

 

Num ano de morte de tanto atores, mais uma grande perda para a cultura portuguesa. Que ano!

14
Mar16

Até Sempre Senhor Contente!

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A notícia apanhou-me de surpresa quando a vi no facebook. Deve ser mentira disseram-me, agora põem a circular notícias falsas sobre alguns atores! Infelizmente não era. O Nicolau Breyner tinha mesmo partido hoje à tarde, supostamente vítima de ataque cardíaco aos 75 anos.

Lembro-me do Nicolau desde sempre, O Sr. Feliz e o Sr. Contente, Eu Show Nico. o Nico de Obra, Gente Fina É Outra Coisa, Origens e sobretudo Vila Faia, a primeira telenovela portuguesa digna desse nome, em que ele interpretava magistralmente o papel de João Godunha, foram trabalhos em que mostrou a sua enorme versatilidade e genealidade; o seu lado cómico e dramático. Era um fora-de -série!

Hoje desaparece uma das grandes figuras da televisão e do cinema português, mas desaparece sobretudo um homem excecional que nos parecia imortal. Mas Nicolau Breyner faz parte das nossas vidas e por isso vai ser sempre recordado com respeito e admiração.

Na verdade, aqueles que deixam tão grande e significativo legado como Nicolau nos deixou – nunca morrem – perduram para sempre na nossa memória. Por isso não é um adeus, mas sim um «Até Sempre Senhor Contente»!

27
Mar15

Dia Mundial do Teatro

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«Os verdadeiros mestres do teatro encontram-se facilmente longe do palco. E não estão geralmente interessados no teatro que seja como uma máquina para replicar convenções e reproduzir lugares comuns. Eles procuram encontrar a fonte da palpitação, as correntes vitais que tendem a evitar as salas de espetáculo e as multidões de pessoas prontas a copiar um qualquer mundo. Copiamos, em vez de criarmos mundos focados ou mesmo dependentes do debate com o público, cultivando emoções que ultrapassam a superficialidade. É que, na realidade, nada revela melhor as paixões escondidas do que o teatro.

Sou muitas vezes levado pela prosa para refletir. Penso frequentemente nos escritores que há quase um século descreveram profeticamente, mas também com parcimónia, o declínio dos deuses europeus, o crepúsculo que mergulhou a nossa civilização numa escuridão de que ainda não recuperou. Estou a pensar em Franz Kafka, Thomas Mann e Marcel Proust. Presentemente também incluiria Maxwell Coetzee nesse grupo de profetas.

A sua visão comum do inevitável fim do mundo – não do planeta mas do modelo das relações humanas – e da ordem social e sua decadência, é hoje em dia dolorosamente sentida por todos nós. Por nós, que vivemos neste pós fim do mundo. Que vivemos em confronto com crimes e conflitos que deflagram diariamente por todo o lado com uma velocidade superior à capacidade ubíqua dos próprios meios de comunicação. Estes fogos rapidamente se esgotam e desaparecem das notícias, para sempre. E nós sentimo-nos abandonados, assustados e enclausurados. Não somos já capazes de construir torres, e os muros que esforçadamente levantámos deixam de nos proteger – pelo contrário, requerem eles próprios proteção e cuidados que consomem grande parte da nossa energia vital. Perdemos a força que nos permite vislumbrar para lá dos portões, para lá dos muros. E essa devia ser a razão de existir do teatro  e é que devia encontrar a sua força. O canto íntimo que é proibido devassar.

“A lenda procura explicar aquilo que não pode ser explicado. Está ancorada na verdade, e deve acabar no inexplicável- é assim que Kafka descreveu a transformação da lenda de Prometeu. Acredito profundamente que estas mesmas palavras deviam descrever o teatro. E é este tipo de teatro, aquele que está ancorado na verdade e encontra o seu fim no inexplicável, que eu desejo a todos os que nele trabalham, os que se encontram no palco e os que constituem o público, e isto eu desejo de todo o meu coração».

Krzysztof Warlikowski

«KRZYSZTOF WARLIKOWSKI - resumo biográfico

Krzysztof Warlikowski é um dos mais importantes encenadores europeus da sua geração. Nasceu na Polónia.

Em colaboração com a cenógrafa Malgorzata Szczesniak, cria imagens teatrais excecionais. O seu trabalho leva os seus actores a atingir os estratos mais profundos da sua criatividade. Criou novas formas de encenar Shakespeare, e interpretações subversivas das tragédias gregas, mas é também conhecido pelas suas encenações de autores contemporâneos. A sua produção de “Cleansed” de Sarah Kane em 2002 no Festival de Avignon e no Festival de Teatro das Américas em Montreal foi muito bem recebida. Este foi um momento decisivo para a sua afirmação internacional.

A partir de 2008 é o Diretor Artístico do Nowy Teatre (Novo Teatro) em Varsóvia. Aí dirigiu várias peças adaptadas, trabalhando atualmente na adaptação teatral de “A la recherche du temps perdude Marcel Proust. Em Varsóvia, Warlikowski criou uma visão pessoal do papel e lugar do teatro na sociedade, chamando os espetadores para o debate. O seu mote para o teatro passou a ser: “Escapar ao teatro”.

As produções de teatro de Warlikowski passaram já pelos maiores festivais. Mas o seu trabalho inclui também a ópera, onde é considerado também revolucionário.

Krzysztof Warlikowski tem  recebido inúmeros prémios, na Polónia e em muitos países estrangeiros. Em 2013 recebeu em França a distinção de “Commandeur des Arts et Lettres».

(Textos traduzidos por Carmen Santos)

05
Abr14

José Wilker - 1947-2014

 

Morreu o ator brasileiro José Wilker, de 66 anos no Rio de Janeiro, alegadamente de enfarte cardíaco fulminante. O ator nasceu em Juazeiro do Norte, no Ceará, em 20 de agosto de 1947. Durante quase 50 anos de carreira, foi ator, diretor, narrador, apresentador e crítico de cinema. Participou de mais de 40 filmes e 20 novelas.

Os seus papéis memoráveis em televisão incluem personagens célebres em Roque Santeiro (1985), O Salvador da Pátria (1989) e A Próxima Vítima (1995), entre outras. Giovanni Improtta de Senhora doDestino (2004) inspirou uma longa-metragem com o mesmo nome, que ele próprio dirigiu e que estreou nos cinemas em 2013. Entre as minisséries das quais participou está JK (2006), na qual interpretou o ex-presidente Juscelino Kubitschek.

Recentemente, interpretou Jesuíno Mendonça num remake de Gabriela (2012). Em 1975, na primeira versão da obra de Jorge Amado produzida pela TV Globo, interpretara o papel de Mundinho Falcão. Seu último papel na televisão foi em 2013, na novela Amor à Vida.

Wilker será eternamente lembrado pela sua participação no clássico Dona Flor e seus Dois Maridos (1976), de Bruno Barreto, no qual contracenou com Sónia Braga e Mauro Mendonça interpretando a célebre personagem «Vadinho». Foram, no total, mais de 60 filmes, grande parte deles cômicos.

 

27
Mar14

Dia Mundial do Teatro

O Dia Mundial do Teatro é hoje celebrado um pouco por todo o lado com várias iniciativas, entre estreias de peças, apresentações de livros e inaugurações de exposições.

Assim, no Teatro Tivoli, em Lisboa, está em cena As Obras Completas de William Shakespeare em 97 Minutos, com encenação de Juvenal Garcês, com os preços reduzidos para 10 euros, preço especial que a produtora UAU fixou para as quintas-feiras.

O Teatro Politeama abre portas, ao ao preço único de 15 euros por bilhete, mediante a disponibilidade de sala para se assistir à Grande Revista à Portuguesa, de Filipe La Feria.

Os Artistas Unidos apresentam no Teatro da Politécnica, em Lisboa, A Modéstia, de Rafael Spregelburd, com encenação de Amândio Pinheiro, têm entrada livre, mediante reserva antecipada.

Próximo deste teatro, no antigo Picadeiro Real, é inaugurada a exposição Revista ao Parque, que é constituída por mais de mil peças relacionadas com a prática teatral no Parque Mayer.

O Teatro Aberto, em Lisboa, tem a peça Vénus de Vison, de David Ives, com encenação de Marta Dias, sendo que bilheteira funcionando com os preços habituais.

No Jardim de Inverno do Teatro S. Luiz, em Lisboa, é apresentado, às 18h30, o livro Manual de Teatro, pelo ator e encenador Antonino Solmer, que coordena a obra, e pelo diretor artístico do teatro, José Luís Ferreira.

O Teatro Experimental de Cascais (TEC) estreia Ictus, de Miguel Graça, com encenação de Carlos Avilez, com um elenco constituído por, entre outros, Teresa Côrte-Real, Sérgio Silva, Fernando Luís, Pedro Caeiro, Tobias Monteiro, Raquel Oliveira e David Esteves.

O Teatro Nacional Dona Maria II assinala o Dia Mundial do Teatro com um conjunto de atividades de entrada livre. Espetáculos, uma exposição e uma leitura encenada são as propostas para comemorar esta data especial. Aqui fica o calendário de atividades:

Por último, sugiro uma leitura encenada na Biblioteca da Imprensa Nacional. O local que vai ser palco de uma leitura da peça «Nossa Senhora da Açoteia», da autoria de Luís Campião, pelo ator José Neves, às 18h00. A entrada é livre.