Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba.
Vergílio Ferreira
Na passada 3ª feira, o programa “5 para a meia noite”, na RTP 1, teve dois convidados excelentes.O filme Comboio Noturno para Lisboa, rodado em Lisboa, protagonizado por Jeremy Irons, que conta também com a participação de Nicolau Breyner, foi o mote para uma conversa com o reconhecido ator britânico e com o ator português. Estavam reunidas as condições para ser um programa fantástico, não fosse a total inépcia do apresentador. José Pedro Vasconcelos estava visivelmente nervoso por ter naquela noite personagens de tal gabarito no seu programa. Meteu “os pés pelas mãos". Valeu-lhe o “fair-play” e a categoria dos convidados. Mas, a certa altura, a má educação do apresentador superou todos os limites. Volta-se para Nicolau Breyner e dispara:” this guy has an Oscar, but you know how to act”. Que falta de chá! Por amor da Santa, não ponham gente desta a entrevistar pessoas com a classe e o nível de Jeremy Irons! A RTP terá certamente entrevistadores com outra preparação (estou a lembrar-me de Mário Augusto, Júlio Isidro ou Herman José entre outros). Para mais, o programa tinha sido previamente gravado, certamente para a colocação de legendas, dado que a conversa foi mantida em inglês. É que não é apenas a má imagem do programa que está em causa, foi também passada uma péssima imagem da RTP (serviço público de televisão) e em última instância do País. Quanto a Jeremy Irons, resta-me dizer que é um "gentleman". Tem um sentido de humor fabuloso e carradas de charme apesar dos seus 64 anos.
Na passada 3ª feira, o programa “5 para a meia noite”, na RTP 1, teve dois convidados excelentes.O filme Comboio Noturno para Lisboa, rodado em Lisboa, protagonizado por Jeremy Irons, que conta também com a participação de Nicolau Breyner, foi o mote para uma conversa com o reconhecido ator britânico e com o ator português. Estavam reunidas as condições para ser um programa fantástico, não fosse a total inépcia do apresentador. José Pedro Vasconcelos estava visivelmente nervoso por ter naquela noite personagens de tal gabarito no seu programa. Meteu “os pés pelas mãos". Valeu-lhe o “fair-play” e a categoria dos convidados. Mas, a certa altura, a má educação do apresentador superou todos os limites. Volta-se para Nicolau Breyner e dispara:” this guy has an Oscar, but you know how to act”. Que falta de chá! Por amor da Santa, não ponham gente desta a entrevistar pessoas com a classe e o nível de Jeremy Irons! A RTP terá certamente entrevistadores com outra preparação (estou a lembrar-me de Mário Augusto, Júlio Isidro ou Herman José entre outros). Para mais, o programa tinha sido previamente gravado, certamente para a colocação de legendas, dado que a conversa foi mantida em inglês. É que não é apenas a má imagem do programa que está em causa, foi também passada uma péssima imagem da RTP (serviço público de televisão) e em última instância do País. Quanto a Jeremy Irons, resta-me dizer que é um "gentleman". Tem um sentido de humor fabuloso e carradas de charme apesar dos seus 64 anos.
Na época pascal é comum oferecer ovos. A tradição de oferecer um ovo na Páscoa é milenar. Os primeiros ovos eram de galinha e o hábito de oferecê-los vem da tradição pagã. Na Ucrânia, por exemplo, muito antes da era cristã, já se trocavam ovos pintados com motivos de natureza para celebrar a chegada da Primavera. Os chineses e os povos do Mediterrâneo também tinham por hábito oferecer ovos para comemorar a nova estação do ano. Há 5.000 anos, quando os persas queriam desejar felicidade a alguém, ofereciam ovos de galinha, símbolo de fecundidade e renovação. Os ovos simbolizavam o início da vida. O costume veio para a Europa e começou a ser praticado na Páscoa. O Domingo Pascal marca o fim da quaresma, período de jejum dos fiéis que, entre outros alimentos, não comiam ovos. Assim, no dia do renascimento de Jesus, os católicos consumiam a produção de ovos acumulada durante aquele período. Esta tradição alastrou-se a outros países. Eduardo I de Inglaterra oferecia ovos banhados a ouro aos seus súbditos. Luís XIV de França enviava-os pintados e decorados, como presentes. Foi assim que teve início a moda de os fazer artificiais, de madeira, porcelana ou metal, contendo no seu interior, algumas surpresas para os contemplados. Estas tradições inspiraram anos mais tarde também Peter Carl Fabergé na criação dos famosos e valiosos Ovos Fabergé, mundialmente conhecidos. Mais tarde, no século XVIII, os doceiros franceses começaram a fabricar ovos em chocolate, iguaria muito apreciada que constitui uma tentação para miúdos e graúdos. Atualmente há ovos dos mais variados estilos, com diferentes qualidades de chocolate, diferentes tamanhos, formas, cores e recheios. O difícil é mesmo escolher...
Na época pascal é comum oferecer ovos. A tradição de oferecer um ovo na Páscoa é milenar. Os primeiros ovos eram de galinha e o hábito de oferecê-los vem da tradição pagã. Na Ucrânia, por exemplo, muito antes da era cristã, já se trocavam ovos pintados com motivos de natureza para celebrar a chegada da Primavera. Os chineses e os povos do Mediterrâneo também tinham por hábito oferecer ovos para comemorar a nova estação do ano. Há 5.000 anos, quando os persas queriam desejar felicidade a alguém, ofereciam ovos de galinha, símbolo de fecundidade e renovação. Os ovos simbolizavam o início da vida. O costume veio para a Europa e começou a ser praticado na Páscoa. O Domingo Pascal marca o fim da quaresma, período de jejum dos fiéis que, entre outros alimentos, não comiam ovos. Assim, no dia do renascimento de Jesus, os católicos consumiam a produção de ovos acumulada durante aquele período. Esta tradição alastrou-se a outros países. Eduardo I de Inglaterra oferecia ovos banhados a ouro aos seus súbditos. Luís XIV de França enviava-os pintados e decorados, como presentes. Foi assim que teve início a moda de os fazer artificiais, de madeira, porcelana ou metal, contendo no seu interior, algumas surpresas para os contemplados. Estas tradições inspiraram anos mais tarde também Peter Carl Fabergé na criação dos famosos e valiosos Ovos Fabergé, mundialmente conhecidos. Mais tarde, no século XVIII, os doceiros franceses começaram a fabricar ovos em chocolate, iguaria muito apreciada que constitui uma tentação para miúdos e graúdos. Atualmente há ovos dos mais variados estilos, com diferentes qualidades de chocolate, diferentes tamanhos, formas, cores e recheios. O difícil é mesmo escolher...
Uma das tradições da Páscoa é o folar. Experimente fazer e delicie-se!
INGREDIENTES:
Para a massa:
500 g de farinha
35 g de fermento de padeiro
½ dl de leite morno
1 pitada de sal
100 g de açúcar
75 g de margarina
3 ovos
raspa de uma laranja
1 colher (café) de canela em pó
½ cálice de brandy
4 ovos cozidos em água com cascas de cebola
Para decoração:
Ovos cozidos em casca de cebola
1 Ovo (pincelar)
PREPARAÇÃO:
Coza os ovos com as cascas de cebola. Deite a farinha sobre uma mesa, abra uma concavidade no meio, junte o fermento e junte metade do leite quente. Para amassar o fermento, deverá ir retirando alguma farinha da que está em volta na mesa. Faça uma bola, dê-lhe um golpe em cruz e deixe levedar. Junte em volta do fermento o açúcar, a canela, o sal, a margarina e amasse, sempre no centro. Junte 2 dos ovos crus, o restante leite, a raspa da laranja e o brandy e amasse tudo muito bem, envolvendo a farinha toda.
Bata bem a massa, cortando-a para ficar fofa e elástica, polvilhando com farinha sempre que necessário, até se descolar facilmente da mesa e formar uma bola. Polvilhe uma taça com farinha, deite-lhe a massa, cubra com um pano aquecido e deixe levedar umas horas num ambiente aquecido, até a massa ter o dobro do volume.
Deite a massa sobre a mesa, pondo de parte uma pequena porção (tiras)e, com o resto, faça uma espécie de bola achatada. Coloque num tabuleiro, untado e polvilhado, com os ovos cozidos em casca de cebola sobre o centro da massa. Faça umas tiras com a porção que tinha reservado, colocando-as em cruz sobre os ovos, deixando levedar novamente. Pincele com ovo batido e leve a cozer em forno médio, durante cerca de 30 minutos, aproximadamente.
Uma das tradições da Páscoa é o folar. Experimente fazer e delicie-se!
INGREDIENTES:
Para a massa:
500 g de farinha
35 g de fermento de padeiro
½ dl de leite morno
1 pitada de sal
100 g de açúcar
75 g de margarina
3 ovos
raspa de uma laranja
1 colher (café) de canela em pó
½ cálice de brandy
4 ovos cozidos em água com cascas de cebola
Para decoração:
Ovos cozidos em casca de cebola
1 Ovo (pincelar)
PREPARAÇÃO:
Coza os ovos com as cascas de cebola. Deite a farinha sobre uma mesa, abra uma concavidade no meio, junte o fermento e junte metade do leite quente. Para amassar o fermento, deverá ir retirando alguma farinha da que está em volta na mesa. Faça uma bola, dê-lhe um golpe em cruz e deixe levedar. Junte em volta do fermento o açúcar, a canela, o sal, a margarina e amasse, sempre no centro. Junte 2 dos ovos crus, o restante leite, a raspa da laranja e o brandy e amasse tudo muito bem, envolvendo a farinha toda.
Bata bem a massa, cortando-a para ficar fofa e elástica, polvilhando com farinha sempre que necessário, até se descolar facilmente da mesa e formar uma bola. Polvilhe uma taça com farinha, deite-lhe a massa, cubra com um pano aquecido e deixe levedar umas horas num ambiente aquecido, até a massa ter o dobro do volume.
Deite a massa sobre a mesa, pondo de parte uma pequena porção (tiras)e, com o resto, faça uma espécie de bola achatada. Coloque num tabuleiro, untado e polvilhado, com os ovos cozidos em casca de cebola sobre o centro da massa. Faça umas tiras com a porção que tinha reservado, colocando-as em cruz sobre os ovos, deixando levedar novamente. Pincele com ovo batido e leve a cozer em forno médio, durante cerca de 30 minutos, aproximadamente.
Hoje, Sexta-Feira Santa ou Sexta-Feira de Paixão, é a data em que os cristãos celebram a paixão e a morte de Jesus Cristo, através de diversos rituais religiosos. Na Igreja Católica este dia faz parte do Tríduo Pascal (composto pela Quinta-Feira Santa, Sexta-Feira Santa e Vigília Pascal, o período mais importante do ano litúrgico). Na noite de Sexta-Feira Santa realiza-se a Via Sacra, uma oração que tem como objetivo levar os cristãos a meditar na paixão, morte e ressurreição de Cristo e não se realiza a eucaristia. A Igreja aconselha a que neste dia os seus fiéis pratiquem alguns sinais de penitência, em respeito e veneração pela morte de Cristo. Assim, convida-os à prática do jejum e de abstinência da carne, em respeito ao sacrifício de Jesus Cristo na cruz.
Hoje, Sexta-Feira Santa ou Sexta-Feira de Paixão, é a data em que os cristãos celebram a paixão e a morte de Jesus Cristo, através de diversos rituais religiosos. Na Igreja Católica este dia faz parte do Tríduo Pascal (composto pela Quinta-Feira Santa, Sexta-Feira Santa e Vigília Pascal, o período mais importante do ano litúrgico). Na noite de Sexta-Feira Santa realiza-se a Via Sacra, uma oração que tem como objetivo levar os cristãos a meditar na paixão, morte e ressurreição de Cristo e não se realiza a eucaristia. A Igreja aconselha a que neste dia os seus fiéis pratiquem alguns sinais de penitência, em respeito e veneração pela morte de Cristo. Assim, convida-os à prática do jejum e de abstinência da carne, em respeito ao sacrifício de Jesus Cristo na cruz.