Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba.
Vergílio Ferreira
Um tribunal antiterrorista paquistanês condenou dez homens a 25 anos de prisão - prisão perpétua - pelo ataque a Malala Yusafzai.
Recorde-se que Malala foi alvo de um ataque de talibãs em 2012, quando voltava da escola. Ela sobreviveu e tornou-se ativista pelos direitos das crianças à educação.
Após o ataque, a adolescente, então com 14 anos, foi levada entre a vida e a morte para um hospital em Birmingham, no Reino Unido, onde recuperou a consciência alguns dias mais tarde e onde continua a viver.
Malala tornou-se um ícone mundial na defesa dos direitos humanos das mulheres e do acesso à educação. Desde então, o ativismo de Malala tornou-se um movimento internacional.
Em 2014, Malala recebeu o Prémio Nobel da Paz, ao lado do ativista indiano Kailash Satyarthi, com apenas 17 anos, tornando-se na pessoa mais jovem a receber este galardão.
Um tribunal antiterrorista paquistanês condenou dez homens a 25 anos de prisão - prisão perpétua - pelo ataque a Malala Yusafzai.
Recorde-se que Malala foi alvo de um ataque de talibãs em 2012, quando voltava da escola. Ela sobreviveu e tornou-se ativista pelos direitos das crianças à educação.
Após o ataque, a adolescente, então com 14 anos, foi levada entre a vida e a morte para um hospital em Birmingham, no Reino Unido, onde recuperou a consciência alguns dias mais tarde e onde continua a viver.
Malala tornou-se um ícone mundial na defesa dos direitos humanos das mulheres e do acesso à educação. Desde então, o ativismo de Malala tornou-se um movimento internacional.
Em 2014, Malala recebeu o Prémio Nobel da Paz, ao lado do ativista indiano Kailash Satyarthi, com apenas 17 anos, tornando-se na pessoa mais jovem a receber este galardão.
É inegável que as propostas apresentadas no âmbito do cenário macroeconómico do PS que servirão de base ao programa eleitoral do PS vieram agitar as hostes sociais-democratas que, desde então, têm mostrado um nervosismo fora do comum.
Senão vejamos: PSD e CDS apressaram-se a celebrar um «casamento de conveniência» para se apresentarem às eleições legislativas, sem auscultar as bases dos respetivos partidos.
Marco António Costa - não se sabe muito bem com que legitimidade – insiste que o o cenário macroeconómico seja analisado pela Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO), através de um pedido da Comissão de Orçamento, Finanças e Administração Pública, da Assembleia da República, fazendo uma ameaça aos socialistas: «Caso não o façam, será a maioria a tomar a iniciativa».
Eduardo Cabrita deputado pelo PS e presidente da Comissão de Orçamento, Finanças e Administração Pública já respondeu que não é o vice-presidente do PSD que estabelece o ritmo dos trabalhos parlamentares, uma vez que nem sequer deputado é, acrescentando que a UTAO avalia propostas legislativas e não propostas partidárias.
Melhor fora que Marco António pedisse uma auditoria ao Município de Gaia com vista a fiscalizar os anos em que foi vice-presidente de Luís Filipe Menezes, a fim de esclarecer alegadamente a «rede de interesses» de que o acusam de ter criado, e deixasse que as propostas do PS bem como as dos demais partidos sejam sufragadas nas urnas pelos eleitores.
É inegável que as propostas apresentadas no âmbito do cenário macroeconómico do PS que servirão de base ao programa eleitoral do PS vieram agitar as hostes sociais-democratas que, desde então, têm mostrado um nervosismo fora do comum.
Senão vejamos: PSD e CDS apressaram-se a celebrar um «casamento de conveniência» para se apresentarem às eleições legislativas, sem auscultar as bases dos respetivos partidos.
Marco António Costa - não se sabe muito bem com que legitimidade – insiste que o o cenário macroeconómico seja analisado pela Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO), através de um pedido da Comissão de Orçamento, Finanças e Administração Pública, da Assembleia da República, fazendo uma ameaça aos socialistas: «Caso não o façam, será a maioria a tomar a iniciativa».
Eduardo Cabrita deputado pelo PS e presidente da Comissão de Orçamento, Finanças e Administração Pública já respondeu que não é o vice-presidente do PSD que estabelece o ritmo dos trabalhos parlamentares, uma vez que nem sequer deputado é, acrescentando que a UTAO avalia propostas legislativas e não propostas partidárias.
Melhor fora que Marco António pedisse uma auditoria ao Município de Gaia com vista a fiscalizar os anos em que foi vice-presidente de Luís Filipe Menezes, a fim de esclarecer alegadamente a «rede de interesses» de que o acusam de ter criado, e deixasse que as propostas do PS bem como as dos demais partidos sejam sufragadas nas urnas pelos eleitores.
Celebra-se hoje o Dia Mundial do Sorriso. A data é assinalada há mais de 50 anos, em homenagem ao artista que criou a imagem do smile.
Motivos para sorrir? Sabemos que não há muitos, mas tendo em conta que sorrir alivia o stress, acalma a ansiedade, facilita a circulação, a recuperação de doenças e o bom funcionamento do aparelho cardiovascular façamos, pois, um esforço.
O Secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier concede o título de «Dr» a um cidadão habilitado com o 3.º ciclo liceal. Só neste país é que pessoas sem licenciatura são assim designadas! Assim vai a «coltura» no país!
O Secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier concede o título de «Dr» a um cidadão habilitado com o 3.º ciclo liceal. Só neste país é que pessoas sem licenciatura são assim designadas! Assim vai a «coltura» no país!
Morreu o construtor João Pimenta, mais conhecido por J. Pimenta. Tinha 90 anos.
João Gonçalves Pimenta, nascido na aldeia do Souto, perto de Abrantes começou como servente na construção civil. Em 1956 fundou a empresa «J. Pimenta, SARL » que teve um impacto enorme na construção da época. Começou por construir habitações na Reboleira e posteriormente em Cascais, Paço de Arcos, etc.
Estes apartamentos vieram na década de 60 e 70 revolucionar o mercado imobiliário quer pela dimensão dos empreendimentos quer pelas apostas inovadoras dos apartamentos de baixo custo que se vendiam já mobilados.
Com o 25 de Abril a empresa, como tantas outras, ficou nas mãos dos trabalhadores e não resistiu aos tempos. João Pimenta teve que emigrar para o Brasil.
Ficou para a história a expressão da publicidade dos apartamentos «Pois, pois, J. Pimenta»
Morreu o construtor João Pimenta, mais conhecido por J. Pimenta. Tinha 90 anos.
João Gonçalves Pimenta, nascido na aldeia do Souto, perto de Abrantes começou como servente na construção civil. Em 1956 fundou a empresa «J. Pimenta, SARL » que teve um impacto enorme na construção da época. Começou por construir habitações na Reboleira e posteriormente em Cascais, Paço de Arcos, etc.
Estes apartamentos vieram na década de 60 e 70 revolucionar o mercado imobiliário quer pela dimensão dos empreendimentos quer pelas apostas inovadoras dos apartamentos de baixo custo que se vendiam já mobilados.
Com o 25 de Abril a empresa, como tantas outras, ficou nas mãos dos trabalhadores e não resistiu aos tempos. João Pimenta teve que emigrar para o Brasil.
Ficou para a história a expressão da publicidade dos apartamentos «Pois, pois, J. Pimenta»
Nas comemorações dos 41 anos da «Revolução dos Cravos» Cavaco Silva proferiu o seu último discurso de 25 de Abril, uma vez que concluirá o segundo mandato em março de 2016.
O Presidente da República no último 25 de abril no qual se celebra 40 anos sobre os obreiros da Constituição da República, eleitos em eleições livres em 25 de Abril de 1975, não teve sobre o tema uma palavra! Ao invés, preferiu tecer loas ao atual governo.
Enfim, como referiu Catarina Martins, do Bloco de Esquerda «o melhor do discurso do Presidente da República é que é mesmo o último discurso de Cavaco Silva enquanto Presidente da República no 25 de Abril».