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Narrativa Diária

Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

Narrativa Diária

Qui | 30.07.15

«Ó Evaristo, tens cá disto?»

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73 anos depois, o icónico filme «O Pátio das Cantigas» está de regresso às salas de cinema em Portugal, uma comédia do realizador Leonel Vieira que é a primeira de uma trilogia em homenagem aos clássicos portugueses. O Leão da Estrela” e “A Canção de Lisboa” são os outros dois clássicos que vão ser adaptados e deverão estrear no próximo ano.


Rodado na Vila Berta, na Graça, em Lisboa e mantendo o ambiente bairrista e popular do filme original de 1942, realizado por Francisco Ribeiro, a nova versão é protagonizada por Miguel Guilherme (Evaristo) e César Mourão (Narciso) e Dânia Neto (D. Rosa). No filme de Ribeirinho, esses papéis foram interpretados por António Silva, Vasco Santana e Maria das Neves, respetivamente.


«O Pátio das Cantigas», que tornou célebre a famosa frase «Ó Evaristo, tens cá disto?», é uma das comédias mais populares do cinema português da chamada época de ouro do cinema português das décadas de 1930 e 1940. O guião desta nova versão é de Pedro Varela e segue o argumento do de 1942, mas adapta-o ao presente. Desta vez, Rosa é uma linda balconista, Narciso um guia turístico poliglota e Evaristo o dono da mercearia gourmet e pai de Celeste, aspirante a artista de telenovela. E com o Santo António à porta tudo pode e vai mesmo acontecer neste pátio…


Sara Matos, Rui Unas, Manuel Marques, Aldo Lima, Bruna Quintas, José Pedro Vasconcelos, Cristóvão Campos e Anabela Moreira são outros dos nomes do elenco desta comédia, que será depois transmitida na RTP.

Qui | 30.07.15

«Ó Evaristo, tens cá disto?»

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73 anos depois, o icónico filme «O Pátio das Cantigas» está de regresso às salas de cinema em Portugal, uma comédia do realizador Leonel Vieira que é a primeira de uma trilogia em homenagem aos clássicos portugueses. O Leão da Estrela” e “A Canção de Lisboa” são os outros dois clássicos que vão ser adaptados e deverão estrear no próximo ano.

Rodado na Vila Berta, na Graça, em Lisboa e mantendo o ambiente bairrista e popular do filme original de 1942, realizado por Francisco Ribeiro, a nova versão é protagonizada por Miguel Guilherme (Evaristo) e César Mourão (Narciso) e Dânia Neto (D. Rosa). No filme de Ribeirinho, esses papéis foram interpretados por António Silva, Vasco Santana e Maria das Neves, respetivamente.

«O Pátio das Cantigas», que tornou célebre a famosa frase «Ó Evaristo, tens cá disto?», é uma das comédias mais populares do cinema português da chamada época de ouro do cinema português das décadas de 1930 e 1940. O guião desta nova versão é de Pedro Varela e segue o argumento do de 1942, mas adapta-o ao presente. Desta vez, Rosa é uma linda balconista, Narciso um guia turístico poliglota e Evaristo o dono da mercearia gourmet e pai de Celeste, aspirante a artista de telenovela. E com o Santo António à porta tudo pode e vai mesmo acontecer neste pátio…

Sara Matos, Rui Unas, Manuel Marques, Aldo Lima, Bruna Quintas, José Pedro Vasconcelos, Cristóvão Campos e Anabela Moreira são outros dos nomes do elenco desta comédia, que será depois transmitida na RTP.

Qua | 29.07.15

As mulheres e a política

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Esta semana, através da comunicação social, ficamos a saber que uma invisual integrava a lista do PS por Lisboa e que uma transsexual fazia parte das listas do BE por Setúbal em lugar elegível. Perante tais notícias fico dececionada que as deputadas em causa sejam notícia por possuírem estas características e não pelo seu curriculum ou pelo seu mérito.


O mesmo  critério aplica-se à integração de mulheres nas listas eleitorais. Saúdo naturalmente a iniciativa, agora o que me entristece é que as mulheres sejam escolhidas não pelo seu valor, não pelas provas dadas e pelo seu mérito, mas apenas pelo facto de serem mulheres. Não quer com isto dizer que não haja mérito nas mulheres deputadas da Assembleia da República. Aprecio várias em todos os partidos políticos com representatividade na AR.


Eu não quero é ter no Parlamento deputadas que os partidos escolhem para as suas listas com intuitos meramente eleitoralistas ou decorativos. Quero pessoas que, independentemente da cor da sua pele, das suas características físicas, das suas crenças, das suas religiões ou da sua orientação sexual, tenham ideias, saibam afirmar-se e defender intransigentemente os direitos dos cidadãos, sirvam condignamente o país, independentemente do género a que pertençam.

Qua | 29.07.15

As mulheres e a política

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Esta semana, através da comunicação social, ficamos a saber que uma invisual integrava a lista do PS por Lisboa e que uma transsexual fazia parte das listas do BE por Setúbal em lugar elegível. Perante tais notícias fico dececionada que as deputadas em causa sejam notícia por possuírem estas características e não pelo seu curriculum ou pelo seu mérito.

O mesmo  critério aplica-se à integração de mulheres nas listas eleitorais. Saúdo naturalmente a iniciativa, agora o que me entristece é que as mulheres sejam escolhidas não pelo seu valor, não pelas provas dadas e pelo seu mérito, mas apenas pelo facto de serem mulheres. Não quer com isto dizer que não haja mérito nas mulheres deputadas da Assembleia da República. Aprecio várias em todos os partidos políticos com representatividade na AR.

Eu não quero é ter no Parlamento deputadas que os partidos escolhem para as suas listas com intuitos meramente eleitoralistas ou decorativos. Quero pessoas que, independentemente da cor da sua pele, das suas características físicas, das suas crenças, das suas religiões ou da sua orientação sexual, tenham ideias, saibam afirmar-se e defender intransigentemente os direitos dos cidadãos, sirvam condignamente o país, independentemente do género a que pertençam.

Qua | 29.07.15

Governo quer que pôr funcionários públicos a andar de bicicleta

Santiago-bike-share-launch-Claudio-Olivares-Medina


O Governo quer que os funcionários públicos passem a andar de bicicleta ou que andem à boleia de outros colegas, através da partilha de carros do Estado. Por isso, vai realizar um estudo sobre a caracterização das deslocações dos funcionários e criar «estacionamento para bicicletas» nos organismos da Administração Pública. Algo que poderá custar cerca de três milhões de euros e que integra as metas da Plataforma para a Mobilidade Sustentável na Administração Pública. Desta forma o Governo pretende reduzir 20% das emissões de CO2, em 2020, na frota de automóveis do Estado e comprar 1200 carros elétricos.


Pois… por isso mesmo oferecem carros topo de gama e de alta cilindrada no âmbito do concurso «fatura da sorte»! Faz todo o sentido, não acham?


Esta é mais uma medida populista em plena campanha eleitoral!

Qua | 29.07.15

Governo quer que pôr funcionários públicos a andar de bicicleta

Santiago-bike-share-launch-Claudio-Olivares-Medina

O Governo quer que os funcionários públicos passem a andar de bicicleta ou que andem à boleia de outros colegas, através da partilha de carros do Estado. Por isso, vai realizar um estudo sobre a caracterização das deslocações dos funcionários e criar «estacionamento para bicicletas» nos organismos da Administração Pública. Algo que poderá custar cerca de três milhões de euros e que integra as metas da Plataforma para a Mobilidade Sustentável na Administração Pública. Desta forma o Governo pretende reduzir 20% das emissões de CO2, em 2020, na frota de automóveis do Estado e comprar 1200 carros elétricos.

Pois… por isso mesmo oferecem carros topo de gama e de alta cilindrada no âmbito do concurso «fatura da sorte»! Faz todo o sentido, não acham?

Esta é mais uma medida populista em plena campanha eleitoral!

Seg | 27.07.15

Constitucional volta a chumbar enriquecimento injustificado

786734.jpg


Os juízes Tribunal Constitucional (TC) chumbaram o diploma relativo à criminalização do “enriquecimento injustificado” por entenderem que o mesmo viola os artigos 18º nº2, 29, nº1 e 32º nº2 da Lei fundamental, designadamente os princípios constitucionais da presunção da inocência e da determinabilidade do tipo legal.


Cavaco Silva enviou o diploma para o Tribunal Constitucional depois de aquele ter sido aprovado pela maioria PSD-CDS/PP, com os votos contra de toda a oposição por considerarem que o projeto de lei da maioria mantinha os mesmos vícios de inconstitucionalidade. O diploma da autoria da maioria PSD/CDS-PP segue uma via penal, criando o crime de enriquecimento injustificado aplicável a todos os cidadãos.


É a segunda vez que o TC se pronuncia contra a criação deste tipo de crime. Em 2012, uma iniciativa para a criminalização do enriquecimento ilícito fora chumbada pelo Tribunal Constitucional.


A maioria PSD/CDS-PP excluiu a expressão "enriquecimento ilícito", que passou a "enriquecimento injustificado", numa proposta de alteração apresentada uma semana antes da sua aprovação final, mantendo as molduras penais, de três anos, para a generalidade das pessoas que incorram no crime, e de cinco anos, para os titulares de cargos políticos ou equiparados.
Tal como é estabelecido na Lei Fundamental, e depois do TC se ter pronunciado pela inconstitucionalidade do diploma, caberá ao Presidente da República vetá-lo e devolvê-lo depois à Assembleia da República.

Seg | 27.07.15

Constitucional volta a chumbar enriquecimento injustificado

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Os juízes Tribunal Constitucional (TC) chumbaram o diploma relativo à criminalização do “enriquecimento injustificado” por entenderem que o mesmo viola os artigos 18º nº2, 29, nº1 e 32º nº2 da Lei fundamental, designadamente os princípios constitucionais da presunção da inocência e da determinabilidade do tipo legal.

Cavaco Silva enviou o diploma para o Tribunal Constitucional depois de aquele ter sido aprovado pela maioria PSD-CDS/PP, com os votos contra de toda a oposição por considerarem que o projeto de lei da maioria mantinha os mesmos vícios de inconstitucionalidade. O diploma da autoria da maioria PSD/CDS-PP segue uma via penal, criando o crime de enriquecimento injustificado aplicável a todos os cidadãos.

É a segunda vez que o TC se pronuncia contra a criação deste tipo de crime. Em 2012, uma iniciativa para a criminalização do enriquecimento ilícito fora chumbada pelo Tribunal Constitucional.

A maioria PSD/CDS-PP excluiu a expressão "enriquecimento ilícito", que passou a "enriquecimento injustificado", numa proposta de alteração apresentada uma semana antes da sua aprovação final, mantendo as molduras penais, de três anos, para a generalidade das pessoas que incorram no crime, e de cinco anos, para os titulares de cargos políticos ou equiparados.
Tal como é estabelecido na Lei Fundamental, e depois do TC se ter pronunciado pela inconstitucionalidade do diploma, caberá ao Presidente da República vetá-lo e devolvê-lo depois à Assembleia da República.

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