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Narrativa Diária

Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

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Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

Seg | 16.09.19

40 anos do SNS

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O Serviço Nacional de Saúde foi uma das mais importantes conquistas proporcionadas pelo regime democrático e um dos mais importantes contributos para a coesão social do nosso País.

 

Idealizado por António Arnaut, a reforma do SNS começou a dar os primeiros passos no dia 15 de setembro de 1979. O acesso a cuidados de saúde passou a ser «geral, universal e gratuito» pela primeira vez em Portugal. Foi um passo gigante para que os portugueses passassem a ter acesso a cuidados médicos, independentemente da sua condição económica ou social, desde a vigilância da saúde, prevenção, diagnóstico e tratamento.

 

Quarenta anos depois da sua criação, nem tudo está bem, mas Portugal aumentou a esperança média de vida em mais de 10 anos e reduziu drasticamente a mortalidade infantil.

 

Atualmente o SNS enfrenta uma população envelhecida que representa uma sobrecarga ao sistema, já que aumenta o número de doentes crónicos, muitas vezes com várias patologias associadas e com um peso crescente na economia. Não menos relevantes são os  estilos de vida com determinadas dinâmicas comportamentais associadas a fatores de risco determinantes para o estado de saúde dos portugueses.

 

Podemos e devemos querer justamente melhorar as suas respostas, mas estes 40 anos devem ser assinalados de forma positiva e saudando os resultados alcançados na concretização do direito à saúde.