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Narrativa Diária

Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

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Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

Qui | 11.01.18

Eleições no PSD

 

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No próximo sábado, dia 13, 70.000 militantes do PSD vão escolher o seu próximo líder: Rui Rio ou Pedro Santana Lopes.

 

Rui Rio é talvez o candidato certo para liderar o partido nos próximos dois anos. Está melhor preparado para ser primeiro-ministro. Santana é uma figura simpática, mas isso não chega para ganhar o partido. Está queimado no país pelas “trapalhadas” e pelo seu desempenho como primeiro-ministro em 2004.

 

Miguel Relvas, um homem do aparelho, defende que Passos Coelho dever-se–ia ter mantido até às próximas legislativas, dado que o líder que sair vencedor no próximo sábado será posto em causa se não conseguir vencer as legislativas de 2019. Nas palavras de Relvas o PSD estará a eleger alguém que poderá ser um «líder para dois anos». Porque ele sabe que o próximo é para queimar e sabe ainda melhor que o sucessor do aparelho é Luís Montenegro.

 

Não sei se o próximo líder será para dois anos, porque em política os ciclos alteram-se facilmente, basta para tanto que a economia internacional mude ou que em Portugal as coisas saiam fora de controlo. Dois anos em política é muito tempo!

 

Mas mesmo que o próximo líder do PSD seja a prazo é fundamental escolher alguém credível para liderar o partido nos próximos dois anos. Num certo sentido, joga-se aqui a sobrevivência do PSD.

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