Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Narrativa Diária

Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

Narrativa Diária

Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

Dom | 28.01.18

Está taça é nossa!

 

J07NCUZK.jpg

O Sporting venceu a Taça Final Four disputada, ontem, em Braga, frente ao Vitória de Setúbal, decidida através da marcação de grandes penalidades.

 

A taça “Lucílio Batista” como ainda hoje é conhecida, tornou-se famosa porque o árbitro, como o mesmo nome, apitou em 2009 um jogo entre o Sporting e o Benfica, influenciando o resultado final.

 

Nesse ano  jogava-se a final e o Sporting estava em vantagem aos 73 minutos. Pedro Silva, jogador leonino, dominou a bola com o peito. Lucílio Batista recebe uma indicação do seu auxiliar informando que jogador leonino tinha tocado a bola com a mão e aponta para a marca de grande penalidade a favor do Benfica, condicionando assim o resultado e provocando o afastamento do Sporting da Taça. Dai que a Taça da Liga será sempre ser recordada não pelo seu vencedor, mas pela lamentável arbitragem do Sr. Lucílio Batista.

 

Felizmente hoje há o VAR, porque caso contrário aquela mão na bola do jogador setubalense não tinha sido assinalada. Mas, verdade seja dita, não fizemos um bom jogo, face a um adversário teoricamente inferior em que podíamos e devíamos ter controlado do primeiro ao último minuto.

 

Acontece que a primeira parte foi inadmissível. O Sporting foi completamente dominado pelo Vitória de Setúbal. Parabéns a José Couceiro pela estratégia que traçou para este jogo, anulando completamente as investidas de Bruno Fernandes. Gelson fez-nos muita falta, já que Ruiz e Ruben Ribeiro foram pouco eficazes para dar profundidade ao jogo do Sporting

 

Mas, felizmente, a equipa regressou para a segunda parte com outra atitude. Houve vontade de ganhar, houve VAR, houve 100% de eficácia nos penáltis (temi quando William avançou para marcar o último) e uma estrelinha que é sempre necessária nessas alturas para erguer aquele que se espera que seja o primeiro de vários troféus, nesta época.

 

Bem sei que ganhar a Taça CTT era um objetivo menor, mas ganhá-la foi importantíssimo para o Sporting, mais não seja para trazer motivação à equipa e para gáudio dos adeptos que estão sempre com a equipa, nas horas boas e menos boas e que há muito que vêm fugir vários troféus de Alvalade.