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Narrativa Diária

Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

Narrativa Diária

Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

Dom | 30.08.15

Leituras de Verão

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Já tinha lido sobre êxito do best-seller mundial «A Rapariga no Comboio» que figura no top de vendas em todo o mundo, entretanto vi-o em destaque numa feira do livro, na zona onde passei férias e comprei-o por impulso.

Em boa hora o fiz, porque o livro agarrou-me da primeira à última página. Li-o de um fôlego, em três dias .

A obra é-nos apresentada através das narrativas de três personagens femininas: Rachel, Megan e Anna. Estas personagens estão todas relacionadas, mas Rachel, a personagem principal, é o fio condutor de toda a esta história. Rachel, que viaja de comboio duas vezes por dia, observa, sentada à janela, a mesma paisagem todos os dias, criando cenários de vidas perfeitas, de casais felizes como ela já foi. E recorda então o seu passado, um passado preenchido por lembranças que a atormentam e que a obrigam a refugiar-se na bebida.

A memória de Rachel esconde-lhe a verdade, devido à dependência do álcool lhe apagar momentos marcantes da sua vida, falhas que vão sendo preenchidas à medida que a história se vai desenrolando na tentativa de saber o que efetivamente se passou naquela noite fatídica.

Sem dúvida um livro interessante de que gostei e que aconselho sem reservas! Uma obra «absorvente» e  «perturbadora» que irá fazer as delícias dos fãs do género.

Um boa leitura de verão!

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