Passos com dívidas à Segurança Social durante cinco anos
(imagem tirada daqui)
Passos Coelho não pagou as contribuições à Segurança Social a que estava legalmente obrigado entre 1999 e 2004.
Ao contrário do que aconteceu a mais de cem mil trabalhadores pagos a recibos verdes que foram ameaçados de penhora, Passos afirmou nunca ter sido notificado e durante cinco anos fez-se de morto, a ver se passava.
Quando foi confrontado pelo jornal Público e apesar de a dívida já ter prescrito, Passos correu a liquidar as quotizações à Segurança Social, mas apenas parcialmente. É que durante os cinco anos em que fugiu às suas obrigações, enquanto trabalhador independente, contraiu uma dívida com o Estado superior a 7 mil euros e só pagou cerca de 4 mil.
Não se percebe por que a Segurança Social tem dois pesos e duas medidas? Ou seja, por que é não agiu com o cidadão contribuinte Passos Coelho como age com todos os outros procedendo à execução da dívida? Seria interessante que o ministro Pedro Mota Soares respondesse adequadamente a esta questão.
Ao primeiro ministro assenta que nem uma luva aquela ditado:«Bem prega frei Tomás... faz o que eu digo não faças o que eu faço».

