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Narrativa Diária

Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

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Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

Qua | 12.09.18

Portugal no Top 10

 

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Boas notícias para a democracia portuguesa. Segundo o relatório anual do projeto Variedade da Democracia, que se propõe medir a qualidade da democracia em 201 países, Portugal surge na 10ª posição nos indicadores democráticos, onde é avaliado não só a democracia formal, mas também os direitos e liberdades da população. Entre os 10 países com melhores resultados, 7 são da Europa e 5 deles pertencem à União Europeia.

 

Portugal surge atrás da Noruega – que lidera a lista –, da Suécia, Estónia, Suíça, Dinamarca, Costa Rica, Finlândia, Austrália e Nova Zelândia no que toca ao índice das democracias mais liberais.

 

Apesar destes bons resultados para o nosso país, as áreas com resultados não tão bons e onde se pode e deve melhorar são: relação poder executivo e poder judiciário, perceção da existência de corrupção e participação das mulheres nos governos.

 

De realçar que alguns dos critérios referidos são muito subjetivos e arbitrários. É necessária alguma cautela e ponderação, quer em termos absolutos quer em termos relativos no âmbito dos cinco tipos/formas de democracia propostos, sendo certo que a escolha de indicadores para medir alguns aspetos como, por exemplo, a corrupção, precisam de um cuidado adicional, por se tratarem de fenómenos, em relação aos quais as perceções são fluidas, flexíveis e voláteis.