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Narrativa Diária

Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

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Qua | 14.03.18

Stephen Hawking (1942-2018)

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Stephen Hawking morreu aos 76 anos, na sua casa em Cambridge, tendo-se destacado pelo seu trabalho na área da relatividade e dos buracos negros.

 

O físico britânico nasceu em 8 de janeiro de 1942, exatamente 300 anos após a morte de Galileu, e morreu no mesmo dia do nascimento de Albert Einstein (14 de março de 1879).

 

Apesar de sofrer de esclerose lateral amiotrófica, desde os 21 anos, Stephen Hawking surpreendeu tudo e todos ao viver mais de 50 anos com a doença, caracterizada pela degeneração dos neurónios motores, as células do sistema nervoso central que controlam os movimentos voluntários dos músculos.

 

Esta patologia deixou-o progressivamente paralisado, ao ponto de apenas conseguir comunicar com a ajuda de um computador que interpretava os seus gestos faciais. Mas a sua valentia e persistência aliadas ao seu brilhantismo e humor inspirou pessoas em todo o mundo.

 

Professor de matemática na universidade de Cambridge, Hawking fez parte de uma das mais importantes pesquisas no ramo da física, sobre a «Teoria de Tudo».

 

Grande parte de seu trabalho concentrou-se em unir a relatividade (a natureza do espaço e do tempo) e a teoria quântica (a física do menor) para explicar a criação e o funcionamento dos cosmos.

 

Hawking tornou-se aos 32 anos um dos membros mais jovens da instituição científica de maior prestígio do Reino Unido, a Royal Society.

 

Em 1979 foi nomeado titular da prestigiosa Cátedra Lucasiana da Universidade de Cambridge, centro ao qual chegou procedente da Universidade de Oxford para estudar Astronomia Teórica e Cosmologia.

 

A sua notoriedade levou-o a participar em séries de televisão como “Star Trek” e “The Simpsons” e a sua voz apareceu em canções do grupo Pink Floyd.