Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Narrativa Diária

Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

Narrativa Diária

Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

22.03.17

Há mulheres que trazem o mar nos olhos

Há mulheres que trazem o mar nos olhos Não pela cor Mas pela vastidão da alma E trazem a poesia nos dedos e nos sorrisos Ficam para além do tempo Como se a maré nunca as levasse Da praia onde foram felizes Há mulheres que trazem o mar nos olhos pela grandeza da imensidão da alma pelo infinito modo como abraçam as coisas e os homens… Há mulheres que são maré em noites de tardes… e calma Sophia de Mello Breyner Andresen
05.04.16

Saudade

  «Saudade não tem forma nem cor; não tem cheiro em sabor. Fala-se nela, mas não se vê; só pensa nela quem acredita. Ela é parte da ausência; ela é parte do amor; ela tem realidade, mas quem a tem sente dor, uma dor miudinha, que cresce no coração, e que nunca vem sozinha…acompanha a solidão; quem a sente nunca (...)
31.03.16

A minha mãe

  A minha mãe partiu há oito dias e eu ainda não consigo bem exprimir por palavras o que sinto. É um vazio imenso, é sentir falta de tudo: dos telefonemas, das conversas, dos mimos, dos beijos, dos abraços, de chamar pelo meu nome... Ainda me custa acreditar que nunca mais a vou ver (aqueles olhos azuis lindos), ouvir, (...)
30.06.14

“Funeral Blues"

(imagem TVI) Ontem o Jornal da Noite da TVI abriu com a trágica notícia da morte do filho de Judite de Sousa após um acidente numa piscina na madrugada de sábado. José Alberto de Carvalho visivelmente comovido leu uma  carta dos pais de André Bessa a dar conta do infausto acontecimento. Eu sei que a morte de André Bessa não é menos chocante que das duas crianças que faleceram (...)
18.06.14

Barrigas de Aluguer

 (imagem google) ‘Barriga de aluguer’ ou «gestação por substituição» é uma nova forma de procriação através da qual uma mulher aceita engravidar com o objetivo de gerar e dar à luz uma criança que será depois entregue aos cuidados de outra mulher ou de outro casal, renunciando aos poderes e deveres próprios da maternidade após o parto. Para o efeito é celebrado um (...)