Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Narrativa Diária

Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

Narrativa Diária

01.02.17

Sobre a morte medicamente assistida

narrativadiaria
  A Assembleia da República vai debater hoje uma petição do movimento cívico «Direito a Morrer com Dignidade» que defende a despenalização da morte assistida em Portugal.   O tema é polémico e tem dividido opiniões. Não tenho ainda uma opinião formada e definitiva sobre o tema, aliás como a maioria da população portuguesa, razão pela qual se deve lançar um debate alargado como bem sugeriu o Presidente da República.   Em todo o caso, julgo que há mais argumentos (...)
28.10.16

Um dia aziago

narrativadiaria
  Há notícias que são como como um «murro no estômago». Situações que estão longe da nossa imaginação, talvez por julgarmos que nunca irão acontecer.  Ontem foi um dia aziago, desapareceram dois homens (...)
08.06.16

Feito inédito em Portugal

narrativadiaria
É um feito inédito da medicina em Portugal. Uma mulher em morte cerebral desde o dia 20 de fevereiro, na sequência de uma hemorragia intracerebral deu à luz um bebé, do sexo masculino, através de uma cesariana programada, realizada pelos profissionais de obstetrícia no hospital de S. José. Uma vez que o feto (...)
09.06.14

Coisas que me tiram do sério

narrativadiaria
Ter uma consulta marcada para as 12 horas e ser atendida às 13.20. Sinceramente, isto é algo que me tira do sério. Alguém tem uma explicação lógica para o facto de as consultas médicas nunca começarem à hora certa? É que é raro, raríssimo, uma consulta médica começar à hora marcada. E o mais engraçado é que estes atrasos são encarados por toda a gente como a coisa mais normal do mundo. Se a consulta está marcada por exemplo para as 8h30, por que é que o médico chega (...)
27.12.13

In Memoriam - Albino Aroso (1923 - 2013)

narrativadiaria
  O médico Albino Aroso, conhecido como o «pai do planeamento familiar» e eleito um dos «65 clínicos mais dedicados a causas públicas no campo da saúde» morreu ontem aos 90 anos. Foi o pioneiro da introdução do planeamento familiar em Portugal. Ainda nos tempos do Estado Novo, em que o tema era tabu, Albino Aroso já se dedicava àquela que foi a sua luta de sempre. Já em (...)