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Narrativa Diária

Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

Narrativa Diária

Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

01.06.15

O Dia da Criança

É um dia em que cabem todos os dias do ano e as coisas mais bonitas que não podem causar dano: os sonhos e os brinquedos, as festas, as guloseimas, a sombra de alguns medos, a casmurrice das teimas e também, com fartura, o afecto e o carinho com que se faz a ternura, para mostrar ao mundo que a guerra é uma loucura e que o gosto de ser menino é o nosso eterno destino.
24.03.15

Herberto Helder (1930-2015)

O poeta Herberto Helder, nascido em 1930 no Funchal, morreu esta segunda-feira, em Cascais, não sendo conhecidas ainda as causas da sua morte. Tinha 84 anos e era pai do jornalista do Expresso e comentador da SIC, Daniel Oliveira.Provavelmente o mais importante poeta português contemporâneo era avesso a prémios e a homenagens.A (...)
31.12.14

Bom 2015!

Desejo-vos um grande 2015! Desejo-vos saúde, paz e amor. Desejo ainda que o próximo ano seja generoso e simpático e que vos dê mil motivos para sorrir!Deixo-vos este poema maravilhoso de Carlos Drummond de Andrade: Que a felicidade não dependa do tempo, nem da paisagem, nem da sorte, nem do dinheiro. Que ela possa vir com toda simplicidade, de dentro para (...)
30.06.14

“Funeral Blues"

(imagem TVI)Ontem o Jornal da Noite da TVI abriu com a trágica notícia da morte do filho de Judite de Sousa após um acidente numa piscina na madrugada de sábado.José Alberto de Carvalho visivelmente comovido leu uma  carta dos pais de André Bessa a dar conta do infausto acontecimento. Eu sei que a morte de André Bessa não é menos chocante que das duas crianças que faleceram na sequência de (...)
27.04.14

Vasco Graça Moura (1942-2014)

 Soneto do amor e da morte         quando eu morrer murmura esta canção que escrevo para ti. quando eu morrer fica junto de mim, não queiras ver as aves pardas do anoitecer a revoar na minha solidão. quando eu morrer segura a minha mão, põe os olhos nos meus se puder ser, se inda neles a luz esmorecer, e diz do nosso amor como se não tivesse de acabar, sempre a doer, sempre a doer de (...)