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Narrativa Diária

Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

Narrativa Diária

Não escrever um romance na «horizontal», com a narrativa de peripécias que entretêm. Escrevê-lo na «vertical», com a vivência intensa do que se sente e perturba. Vergílio Ferreira

27.05.19

Rescaldo das Europeias

  O PS ganhou as eleições europeias com 33,39% dos votos, elegendo nove deputados e aumentando a sua representação no Parlamento Europeu. Pedro Marques provou que a falta de carisma também pode ganhar eleições, assim haja um aparelho e de uma máquina devidamente afinadas. O PS com esse resultado ganha novo fôlego para as legislativas de outubro.   Quem também ganhou foi o BE, que obtém 9,79% dos votos e dobra a sua representação, elegendo dois deputados, passando agora a (...)
22.03.19

Descida dos passes sociais

  «A descida dos passes sociais suscitou uma série de comentários verdadeiramente imperdíveis. O de Marques Mendes, na SIC Notícias e Jornal de Negócios, pela sua longa argumentação, é um caso notável de hipocrisia, desfaçatez e trafulhice.   Começando por afirmar a justeza da medida, que “vai na direcção certa – incentivar o uso do transporte público”, levanta de seguida tantos e tão graves problemas, que talvez o melhor mesmo seria inviabilizar a “mudança (é) (...)
19.12.18

«PSD: dois caminhos errados, um certo no meio deles»

  «Vamos esquecer a parte canalha dos confrontos internos do PSD. Vamos esquecer a fila de candidatos ao desemprego se forem corridos das listas por Rui Rio. Sabemos que é isso que move grande parte das fugas de informação que queimam dirigentes e deputados próximos de Rio que, enquanto estiveram do lado certo da História, não sofriam as consequências dos seus pecadilhos. Vamos tentar tratar do que na indigna luta interna do PSD tenha alguma dignidade.   Há duas correntes (...)
22.08.18

A Aliança de Santana Lopes

 Pedro Santana Lopes continua a andar por aí. O ex-primeiro-ministro não quer sair da política, mesmo depois de ter sido derrotado internamente por Rui Rio.   Santana procura manter-se politicamente à tona de água e desta vez lança para cima da mesa a cartada de um novo partido do centro direita, pondo fim a 40 anos de militância no PSD.   Aliança foi o nome escolhido o que nos remete imediatamente para a Aliança Democrática, o partido fundado por Sá Carneiro e Freitas do (...)
28.04.18

Uma pedrada no chaco

Margarida Balseiro Lopes, natural da Marinha Grande, nasceu em 1989, 16 anos após o 25 de Abril. É a recente líder da JSD e foi a escolhida para fazer o discurso em representação do PSD na sessão solene que assinalou os 44 anos do 25 de Abril na Assembleia da República.   O seu discurso inteligente, claro, escorreito e mobilizador, foi como uma pedrada no charco, que me faz ter esperança no futuro e nas novas gerações.   Sem ponta de sectarismo, Margarida Balseiro Lopes (...)
11.03.18

Professor Doutor Passos Coelho

Pedro Passos Coelho (PPC) abandonou as funções de deputado da Assembleia da República para ir dar aulas na área da Administração Pública e de Economia no ISCSP (Universidade de Lisboa), usufruindo de um salário equiparado ao de professor catedrático, topo da carreira docente no ensino universitário.   As reações não se fizeram esperar: um grupo de alunos daquela universidade fez mesmo um abaixo-assinado contra a ida de PPC para aquela universidade, protestando quanto à (...)
23.02.18

A eleição de Fernando Negrão

Fernando Negrão era candidato único a líder da bancada do PSD, substituindo, assim, Hugo Soares. Mas, na eleição conhecida ontem, Negrão, que tinha apoiante de Pedro Santana Lopes, recolheu  apenas 35 votos a favor, 32 brancos e 21 nulos e foi eleito com 39,3% dos votos.    É uma eleição com uma votação anormalmente baixa para o que é habitual no PSD, dado que nem metade dos deputados social-democratas se mostram favoráveis a Negrão como líder de bancada. (...)
18.02.18

Ética à moda de Rui Rio

  O 37.º Congresso do PSD ficou marcado pela despedida de Pedro Passos Coelho e a entronização de Rui Rio.   Rio conseguiu mais um conselheiro nacional que Pedro Passos Coelho havia conseguido em 2016, mas tem menos apoiantes. Para a direção, teve um resultado mais negativo que o pior de Passos: 35% de votos nulos.   Numa mensagem enviada aos militantes sociais-democratas, o novo presidente do partido agradeceu a «confiança» e pediu «grande unidade» do PSD para enfrentar o futuro.